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06/07/2011
O Frio e o Diabetes

Segundo especialista ,inverno afeta o humor.

Não adianta se agasalhar, vestir meias de lã e calçar pantufas. Por mais aquecida que a pessoa esteja, quando o frio chega para valer é difícil escapar de mudanças no humor. Quando a temperatura cai, é comum que se fique indisposto, desanimado e até um pouco triste. Mas não é preciso se preocupar, garante a psicóloga Renata Cravinhos Moreschi, da Associação Paranaense de Diabéticos Juvenis (Apad), porque esse quadro está longe de representar uma depressão. E ela garante que programas típicos de inverno podem ser uma boa saída para se reanimar e estão à mão também para quem tem diabetes.

Renata Cravinhos Moreschi – “Quando o inverno chega, é comum algumas pessoas apresentarem mudanças em seu comportamento e no humor: elas se fecham mais, não têm vontade de sair de casa, ficam desanimadas. Essa é uma condição chamada de depressão sazonal que ocorre comumente nas regiões mais frias mas não caracteriza um quadro grave de depressão e costuma desaparecer ao primeiro sinal de aparecimento do sol.

Na época do frio, o lazer muitas vezes acaba associado à comida. As pessoas sentem vontade de comer uma fondue, tomar um chocolate quente ou uma sopa um pouco mais calórica. É normal porque o organismo parece pedir mais calorias. No caso do diabético, o consumo desse tipo de alimento também pode ser uma possibilidade, desde que ele discuta a mudança de cardápio com seu médico e com seu nutricionista, já que alimentos mais calóricos vão interferir mais fortemente na sua glicemia. Se ele estiver bem controlado e bem orientado sobre o que e quanto poderá comer, também poderá usufruir desses prazeres do inverno.

Ter um bom lazer, entretanto, não está exclusivamente ligado à comida e cada um deve descobrir outras atividades que também podem lhe dar prazer e distração mesmo no frio. Atividades como meditação e yoga, por exemplo, podem ser praticadas sem ter de sair de casa. Fazer trabalhos manuais, como pintura, bordado, crochê ou tricô também são alternativas de relaxamento e têm vantagem adicional de que não precisam necessariamente ser praticadas no isolamento. É só formar um grupo de amigas que o convívio social está garantido. Visitar amigos, jogar cartas ou apenas conversa fora também é coisa que se pode fazer em um ambiente quente e acolhedor.
Por mais desanimado que alguém fique porque está com frio, vale lembrar que o inverno num país como o nosso tem pequena duração. Logo, o sol volta e, com ele, o ânimo para sair à noite, passear e fazer programas ao ar livre.”


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