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25/06/2013
Reforma eleitoral: os ilegítimos

 

A nação sabe que o atual sistema eleitoral não serve mais para o País, atende apenas quem se beneficia dele.  O voto dado ao partido e contado proporcionalmente, gera aberrações. Numa casa legislativa qualquer, tem político eleito com dezenas de milhares de votos e seu par com algumas dezenas, é  o tal do puxa-votos que permite essas situações escabrosas. Enéas e o seu Prona mostraram bem a situação, quando três deputados foram eleitos com menos de vinte votos, a votação dada ao excêntrico médico causou isso. Mais recentemente a estrondosa votação dada ao palhaço Tiririca, também colocou na Câmara Federal candidatos sem nenhuma expressão ou representação política. Nas Câmaras Municipais o problema é mais grave, com menor número de cadeiras, costuma deixar bons candidatos de fora e favorecer gente completamente despreparada. O grande desastre é que esses políticos eleitos sorrateiramente,  tem o mesmo poder de decisão dos outros,o que dizer de um senador eleito com 236 mil votos (Sarney ) e qualquer senador eleito por São Paulo com mais de 5 milhões de votos, quem tem maior representatividade?. No nosso sitema eleitoral ambos tem o mesmo poder de fogo, isso está correto ?. 

 


Edson Navarro

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