» Colunas » Editorial

07/04/2019
Colecionando improbidade administrativa

O Ministério Público de Caieiras moveu mais uma ação por improbidade administrativa contra o ex-prefeito roberto hamamoto, desta vez foi o contrato com a emprêsa Única Limpeza que era responsável pela varrição de ruas na Cidade, entre outros serviços na àrea.

O contrato de R$ 5.268 milhões foi considerado irregular e ilegal pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, o MP pediu ainda o bloqueio de bens do ex-prefeito sem no entanto ser atendido pela Justiça.

O Jornal A Semana alertou várias vezes a administração pública sobre alguma coisa estar ocorrendo nas licitações, já que a mesma empresa ficou por anos ganhando as mesmas, isso em um mercado altamente competitivo.

Para a maioria das compras públicas seja em mercadorias ou serviços, o mercado nacional tem centenas talvez milhares de empresas fornecedoras, não é comum uma só empresa ficar sendo contratada, exceto se pertencer a um cartel onde uma de "cobertura" para outra. Monta-se todo tipo de "esquema" para fraudar o erário, diariamente os meios de comunicação mostram mais um as vezes criativo, outras, velhos conhecidos. Transporte público de escolares e terceirizações tem sido denunciadas com frequencia pela imprensa, isso no País todo. Merenda escolar, medicamentos, obras etc. não fogem a regra. 

Leia a matéria abaixo publicada com referência a um dos aditamentos de contrato.

22/04/2013
R$ 1,3 milhão para limpeza de ruas- e é só o aditivo

A prefeitura prorrogou o contrato para varrição de ruas, vai custar ao contribuinte caieirense quase R$ 1.3 milhão - a empresa Unica Limpadora foi a beneficiada. Exceto na região central da Cidade, moradores dos bairros dizem nunca ter visto uma varrição de rua. É norma legal que os pagamentos feitos pela Municipalidade tenham controle rigoroso de execução, são as chamadas medições, dessa forma fica fácil para o setor que administra a varrição, vir a público e mostrar as datas e ruas que foram beneficiadas pelo trabalho da emprêsa. A dúvida que fica no ar é se os pagamentos corresponderiam às medições.

 



Leia outras matérias desta seção
 » Caieiras:Multas de trânsito,para onde está indo o dinheiro
 » De filantrópica para Estatal será que muda?
 » Mais de 20 anos depois o Gaema descobre o maior lixão do Brasil
 » TCE adverte Lagoinha, começou cedo!
 » Saúde desnorteada, perigosa e desrespeitosa
 » Lixão: Povo pretende protestar
 » A Lei que choveu no molhado
 » Lei bola de cristal...os políticos videntes
 » Caieiras: A vacina é escassa
 » O prefeito de Caieiras e seu secretariado "alienígena"
 » Previsões para 2021 de Nostradamus
 » Ecos de um governo desastrado
 » Os presentes indesejáveis do TCE
 » Identificadas as forças ocultas que derrotaram Gersinho
 » Limpe tudo e entre na Casa limpa, Lagoinha.
 » O lixo que nunca acaba
 » A velha política: dividir para ganhar
 » Liberdade de Imprensa: se acabar as outras não sobreviverão!
 » Caieiras:TCE aponta 33% de sobre preço em cestas básicas
 » Caieiras: Se sair mais do que entra "nóis quebra"



Voltar