» Colunas » Editorial

14/09/2007
Na contramão

Enquete que vem sendo realizada por este  Jornal questionando a privatização ou não do hospital municipal, ainda sem funcionamento, dá conta da opinião maciça pela não entrega à iniciativa privada, seguindo os velhos padrões, ou seja, o contribuinte paga a conta e o particular leva.

Entretando, é preciso avaliar se o município tem condições de bancar o custo operacional do hospital, não se esquecendo que já tem várias unidades de saúde para tocar. O ponto de interrogação aparece quando as verbas públicas para a manutenção não são claras, do orçamento municipal parecem ser pouco prováveis que venham, como colocar o elefante branco para andar? - depender do Estado ou da União via repasse do SUS, cada vez mais precário?.

O vereador Hamamoto comentou da tribuna da Câmara que não seria possível funcionar o hospital mais a UBS central por 24 horas, ou um ou outro disse ele. A construção desse hospital reputado de importantíssimo para a região; corrre o risco de ser mais uma obra destinada a gerar problemas, como tantas que existem pelo País afora, mormente na àrea da saúde.

Portanto, a privatização não pode ser simplesmente descartada, pode vir a ser a solução, desde que devidamente licitada nos têrmos da Lei, sem seguir exemplos anteriores, lamentáveis.

Edson Navarro

Leia outras matérias desta seção
 » A consciência dos políticos brasileiros em reais
 » O presente das trevas do Dória
 » TCE: Mais um prêmio para o ex-prefeito Hamamoto
 » TCE: Chumbo grosso no prefeito de caieiras
 » Liberdade de Imprensa-Daniel Nakao Maibashi
 » Me engana que eu gosto
 » Caieiras e o novo marco do saneamento básico
 » Quem brinca com fogo acaba se queimando
 » Coronavirus: o after day das contas
 » A atual guerra Paulista
 » A vez do Witzel
 » O vídeo Bolsonaro x Moro
 » Caieiras deve receber R$ 11 milhões de ajuda federal
 » Feriado da consciência pandêmica - Folclore Nacional
 » Coronavírus-Osmar Terra: "não é bem assim"
 » Coronavírus: e agora manézada?.
 » Prefeito pretende gastar R$ 3,9 milhões em festas
 » Estado de Calamidade impõe normas na esfera jurídica
 » Prefeitura gasta R$ 10 milhões em festas
 » Concessão de transporte público



Voltar