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20/09/2010
Diabetes no idoso

No idoso o diabetes não é só dependente da insulina sendo de mais fácil controle e em geral é benigno, evoluindo muito bem quando o tratamento for bem administrado.

A prevenção é feita principalmente em pessoas com antecedentes familiares. O tratamento do diabetes na 3ª Idade em geral é feito com dieta pobre em carboidratos, atividade física e às vezes, com o uso de medicamentos que diminuem os níveis de glicose no sangue. Eventualmente faz-se uso da Insulina .

O controle do diabetes está na dependência de importantes mudanças de hábitos alimentares e atividade física, principalmente. A dieta é muito importante e se baseia na restrição de carboidratos, incluindo-se aí o açúcar, a batata, a beterraba, etc. O controle de peso é fundamental pois a obesidade pode desencadear o diabetes.

Apesar da dieta ser de grande importância no tratamento do diabetes, é de difícil aplicação nos indivíduos idosos pela dificuldade de modificar o hábito alimentar praticado há anos. Nos idosos que freqüentemente apresentam-se desnutridos, deve-se suprimir os açúcares de absorção rápida como balas, doces, refrigerantes, bombons, chocolates, mel, melados, bolos, tortas, pudins, geléias, biscoitos, bolachas doces, leite condensado, sorvetes e manter os amidos (pães, massas, arroz, batata) associados a fibras (grãos e leguminosas, cascas e bagaço de frutas), frutas , proteínas (carne, leite, ovos e derivados), legumes e verduras. Fazer no mínimo 4 refeições ao dia (sendo que o ideal é de 5 a 6 refeições/dia).


Complicações do diabetes nos idosos


É muito importante seguir à risca a orientação médica pois o diabetes mellitus pode levar a complicações tanto crônicas como agudas.

As complicações agudas do diabetes são aquelas que se instalam rapidamente, em horas ou dias. As mais graves são o coma ceto-acidótico, o coma hiperosmolar e a hipoglicemia. Todas elas são graves e implicam risco de vida, caso o paciente não seja tratado a tempo. As complicações agudas do diabetes em geral são dramáticas, pois os pacientes estão bem e, em pouco tempo, parecem estar gravemente enfermos.


Autoria:Angela Terezinha Faveri Fornari*
* Nutricionista e pós-graduanda do curso Saúde e Medicina Geriátrica da Metrocamp


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