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20/01/2011
Perda auditiva nos diabéticos

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Estudo - Complicações
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12/1/2011 - Farmácia Doce Vida

Pacientes diabéticos descontrolados ou aqueles portadores de complicações cardiovasculares ou neurológicas estão mais propensos a desenvolverem perda auditiva neurossensorial, de acordo com os resultados de dois estudos recentes.

O primeiro estudo foi realizado pela doutoras Kathleen E. Bainbridge e Catherine C. Cowie (the National Institute of Diabetes and Digestive and Kidney Diseases). Este estudo avaliou 472 pacientes diabéticos com idades entre 20 e 69 anos de idade, participantes de um levantamento americano chamado de National Health and Nutrition Examination Survey (NHANES).

As autoras do estudo encontraram um risco seis vezes maior de perda auditiva neurossensorial de alta frequência em diabéticos portadores de neuropatia periférica e doença arterial coronariana (presença de placas de gordura nas artérias no coração).Os pacientes diabéticos descontrolados apresentavam um risco 3 vezes maior de perda auditiva de alta frequência. A perda auditiva era uniforme, independentemente da idade do paciente diabético. Os mesmos achados não foram encontrados para as perdas auditivas de média e baixa frequências. No segundo estudo, o Dr. Mohammed Ismail da Manipal University (Mangalor, Índia,) também encontrou uma associação significativa entre a perda auditiva neurossensorial e o diabete melito descontrolado.Um total de 50 diabéticos foram comparados com 50 indivíduos controles não-diabéticos.
Todos os diabéticos com hemoglobina glicosilada (exame que avalia o controle do diabete melito nos últimos 3 meses) acima de 7% (refletido um descontrole da doença), tinham algum comprometimento auditivo (56.5% tinham comprometimento leve a moderado, 35% moderado a severo, e 9% um comprometimento severo).Somente 40% dos pacientes com hemoglobina glicosilada abaixo de 7% tinham alguma grau de perda auditiva. A perda auditiva teve uma relação direta com o tempo de duração do diabete melito.

Os pesquisadores acreditam que a perda auditiva em diabéticos descontrolados seja causada por alterações circulatórias e pelo comprometimento do oitavo par de nervos cranianos (nervo vestibulococlear).
Fonte : http://www.farmaciadiabetes.com.br
Insulina
A glicose não é capaz de atravessar a membrana ds células para fornecer a energia de que elas tanto necessitam.
A insulina é a chave que transporta a glicose para dentro das células.
Os níveis de insulina produzido pelo pâncreas variam no decorrer do dia. Eles aumentam depois das refeições e atingem os valores mínimos nas fases de jejum.
O objetivo dessas flutuações é manter constantes as taxas de glicose, para que não falte energia às células do corpo.
Em caso de jejum prolongado ou excessivo de atividade fisica, ocasiões em que a concentração de glicose na corrente sanguinea cai, o pâncreas aumenta a produção de glucagon, que, como vimos, transforma o glicogênio armazenado no fígado e nos músculos em glicose.
Quando esse mecanismo é insuficiente para produzir a energia necessária, as células encontram fontes alternativas: transformam a gordura armazenada no tecido adiposo em ácidos gráxos e triglicérides, que serão “queimados” para produzir energia.
Fonte: Guia Prático de saúde e bem estar - Clinica de Diabetes - Dra Christiane Sobral



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