02/06/2008
Ser sucinto


O aforismo e a sentença são formas de eternidade; meu orgulho consiste em dizer em poucas palavras o que outros dizem em um ou mais volumes (Nietzsche).

Transportando essa frase para o cotidiano dos relacionamentos humanos, nem sempre temos paciência para ouvir pessoas que se estendem demais em seus assuntos. É aborrecedor quando elas, por demais detalhistas, perdem e tomam nosso tempo tentando ilustrar um fato com vários exemplos para facilitar a nossa compreensão. Parecem pensar sermos ignorantes e necessitados de exemplos comparativos para compreender o que estão expondo. Nem sempre! Esses às vezes apelidados de “boca-mole” transformam em tortura alguns momentos quando por educação somos obrigados a ouvi-los mesmo depois de desde o início do assunto já sabermos do que se trata. Suas falta de objetividade irrita! É, o Nietzsche estava certo, normais com normais são sucintos em suas exposições verbais.

Altino Olímpio

Leia outras matérias desta seção
 » Mas que vida engraçada
 » Cada dia uma para encher o saco
 » Durante a pandemia a ociosidade faz pensar
 » Somos prisioneiros do tempo
 » Achismos incoerentes
 » Governador de São Paulo e a China
 » A mulher muito bonita
 » O desabafo da amiga
 » Quem procura encontra?.
 » Sabedoria popular
 » Flor que não se cheira
 » O que é a Quaresma
 » O tempo passa e nada muda
 » O futuro do passado
 » Música La Paloma e sua tristeza
 » Carnaval e mulheres bonitas
 » A missão na Vida
 » A incógnita continua
 » A reencarnação
 » Recordar é reviver

Voltar