22/09/2017
O mundo e a humanidade

O mundo e a humanidade

Existe o nosso mundo e a humanidade. O mundo é real e a humanidade é a realidade vivendo de irrealidades. Decepciona como ela se apega às incoerências. Para os seres humanos o mundo é apenas o chão pra eles pisarem. Eles com suas soberbas pensam ser especiais e que o mundo “foi criado” apenas para o desfrute deles. Seres humanos são criaturas que morrem, mas, o mundo não! Morrem mas parece que não morrem. Isso porque, como dizem, haverá um julgamento, um acerto de contas com o responsável por suas existências. Então, para ser julgado é preciso existir “de algum modo” (risos). Quanto a quem é mais importante ou real, se a humanidade desaparecer o mundo continua a existir. Mas, se o mundo desaparecer como a humanidade irá permanecer? Ela poderá permanecer na esperança de futuramente serem viáveis as viagens interplanetárias antes da terra se “desesterrar” (risos).

Várias vezes, como se sabe, já especularam datas para o fim do mundo. Todos que especularam sobre a morte do mundo já morreram (risos) e ele continua maravilhoso mesmo suportando em sua crosta os lunáticos que viviam no mundo da lua e se transferiram para cá. O mundo é quem é o dono da natureza. Os homens “não são donos de nada” e só se apropriam do que ela produz. De vez em quando ela fica zangada e parece que gosta de se vingar, provocando epidemias, tufões, tornados, terremotos e etc. Entretanto, o mundo nunca vai acabar. Ele é o palco para os homens e as mulheres representarem suas fantasias e ilusões enquanto a grande platéia que, com qualquer coisa se sugestiona, as imita para se fantasiar e se iludir também com o mesmo jeito de viver que para muitos convém.

Porém, os habitantes deste mundo evoluíram e há esperança para a terra ser um paraíso (risos). Antigamente muitos eram unânimes em dizer que as mulheres eram rivais entre si por causa dos homens como entre si viviam em disputas os homens por causa delas. Agora já se vê mulheres com mulheres e homens com homens andando de mãos dadas pela cidade, e isso é uma indicação de que parece estar no fim à rivalidade entre as mulheres e a disputa por elas entre os homens. A lei da física de quando forças diferentes se atraem e forças iguais se repelem não é mais parâmetro para os de agora, já não poucos “novos” relacionamentos humanos.

Altino Olympio



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