02/10/2017
Reencontros parentescos


Foi na quinta-feira, dia 28/09/2017 que viajando de trem estive na Cidade de Jundiaí para rever minha prima Cali (Clarice do Amparo), isso, depois de muitos anos sem vê-la. Com o seu automóvel esteve me esperando na estação do trem e a primeira coisa que me disse foi: Nossa como você está velho! (risos). Ela me levou até o apartamento onde mora com o seu filho Marcelo. Nós memoramos alguns fatos do passado de quando estivemos presentes e participamos. Em seguida fomos passear pela cidade e ela me levou a conhecer a loja do seu filho Marcelo. E lá conheci o Paulo, filho dele, um dos netos dela. Lá tomei um cafezinho outra vez, e naquele ambiente bem harmonioso devido aos assuntos agradáveis daqueles momentos de não “faltar assuntos”, eu e ela nos retiramos para irmos visitar a Lili, filha da Cali. Conheci, então, o marido da Lili, o Toninho, a filha dela Tanali (Que nome bonito, não?) e a filha da filha dela, a Giovana, bisneta da Cali, e também, as duas cachorras que também fazem parte da família (risos), sendo que uma delas é bem velha.

Sentados ao redor da mesa saboreando café (outra vez, risos) a conversa também esteve muito agradável. Às vezes os assuntos eram mesmo para rirmos. Até filosofamos sobre algumas de nossas crenças ou descrenças. Depois uma surpresa. Todos daquela casa e eu, fomos pra Jundiaí Mirim que eu não conhecia, para a casa da Alba que estava aniversariando. Uma prima que também fazia muito tempo que não a via. Alba era filha da Nice (saudosa) irmã da Cali. O marido da Alba, o Marcos tempos atrás eu já o havia conhecido, mas, os filhos deles, rapazes altos, isso me fez pensar que talvez eles tivessem sido constituídos com algum aplicativo de fermento (risos). Várias pessoas compareceram para comemorarem o aniversário da Alba, inclusive o Alfredo Paulo, irmão dela que pela última vez eu o vi no dia em que ele se casou. Ah, o Pedrinho que se parece um pouco com o Carlitos (Charlie Chaplin) e é viúvo da Nice, também estando lá, ele me lembrou da brincadeira de quando eu telefonei pra Nice e pergunte-lhe: Ai mora uma caipira de Jundiaí? E como ela brava me dedicou muitos palavrões, mas, sem saber que era seu primo que esteve a brincar com ela.

Agora vamos para as coincidências. O dia do aniversário da Alba, dia “vinte e oito de setembro” seria o mesmo dia do aniversário do meu filho Alexandre que faleceu em 1991. Minha esposa faleceu num dia “nove de novembro”, o mesmo dia do aniversário da minha sobrinha Ligia, filha do meu irmão Walter. Minha filha Sara Elisa aniversaria em “cinco de abril” no mesmo dia em que aniversaria a sobrinha dela, a Daniela que é minha neta e filha do meu filho Evandro. O filho da minha filha Anissia Veruska, o japonesinho Alexandre, o aniversário dele é no dia “vinte de dezembro”, mesmo dia da minha sobrinha Charito filha da minha saudosa cunhada Estrela, irmã de minha saudosa esposa, Pepita. Só mesmo eu é que tive coincidência desagradável sobre meu aniversário, dia “doze de agosto”, mesmo dia de alguém que é político (Fernando Collor de Mello) e isso, atualmente, não é motivo de orgulho, se é que alguma vez tenha sido (risos). Quanto a minha ida à Jundiaí, que dia feliz para sempre recordar. Nestes tempos de que muitos se queixam de se sentirem sós porque seus parentes já se foram daqui e que as amizades já não são como foram outrora, de quando todos tinham tempo para todos, o passeio me fez muito bem. Obrigado Cali pelos bons momentos que passei quando ai te revi.

Altino Olympio



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