04/07/2019
Má temática da vida

Vida é pensamento, raciocínio, intuição, subjetividade e tudo nos existem na mente. Fora da mente a matemática não existe. Só passa a existir quando ela comprova que o raciocínio ou cálculo se materializa com a matéria. Dois mais dois são quatro. Isso não existe fora da cabeça. Existe externamente quando somamos uma quantidade de algo material, como por exemplo, duas laranjas mais duas laranjas são quatro laranjas. Nesse exemplo bem simples com a realidade (laranjas) a matemática tem a sua existência fora da mente.

 

Nesse exemplo o pensamento (raciocínio) se faz prático e não deixa dúvidas. Mas, muitos dos pensamentos são sobre imaginações que não foram raciocinadas e nem levadas a pratica objetivamente. Tais pensamentos (imaginações) que nunca saem do cérebro para se comprovarem na prática, na objetividade e na utilidade para a vida são então, apenas abstrações. São tantas as “existências” imaginativas que nunca foram comprovadas, mas, que se comprovam como sendo suposições impraticáveis para o viver do cotidiano. Quais seriam essas tantas existências que apenas servem para ocupar o cérebro de tanta gente?

 

É comum existirem pessoas que falam, divulgam e escrevem livros sobre temas ou idéias já conhecidas mundialmente. Entretanto, ainda são apenas conceitos repetidos ou apenas opiniões. Falar, divulgar ou escrever livros sobre conceitos de idéias por acreditar nelas sem nunca ter tido experiências próprias e práticas com elas, isso, deveria ser evitado para que muitos também não convivam com existências pensativas que nunca terão experiência própria e real sobre elas. Que seria dos palestrantes e dos “entendidos” sobre a outra existência depois desta “se eles ‘só pudessem exteriorizar’ aquilo que de fato eles próprios vivenciaram, testaram, conheceram e realmente comprovaram”?

 

Altino Olimpio

 

Comentário:

Oswaldo Muhlmann Junior - Ordem Rosacruz - AMORC

03/07/2019

Saudações, caro Fr. Altino!

Bastante desafiante o tema proposto, falando sobre o imaginário e o concreto, fundamentado numa apreciação de valores, que o Frater procurou enquadrar dentro da questão dos raciocínios.

Boas reflexões!



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