22/11/2019
A marca da besta

A privacidade ameaçada de morte

Igual ao tempo que não para, a ciência e a tecnologia também não param. Desde o advento da roda as invenções vieram se sucedendo até estes dias e continuarão pelo futuro. Depois do telefone, do rádio, da televisão, da internet e do telefone celular, agora a novidade tecnológica é a instalação de um microchip do tamanho de um grão de arroz em uma das mãos dos seres humanos. Com o chip é possível desbloquear computadores e celulares ao mesmo tempo. Possibilitará “não mais usar” cartões de banco, de ônibus, de metrô e até mesmo das chaves de casa ou do automóvel, além de outras utilidades como até ser utilizado para a “sondagem” de como está à saúde, pressão e frequência cardíaca e etc.

Entretanto, já existem muitas pessoas acreditando que a implantação do chip é a marca da besta descrita no apocalipse. Várias coisas já foram tidas como sendo a Besta do Apocalipse. Até o símbolo da maçonaria também já foi visto como sendo a marca da besta. A tecnologia cada vez mais surpreendente se desenvolve sem ter qualquer influência com as profecias sobre o anticristo. Ela não se influencia com a futurologia advinha e advinda do passado, mas, ela sim é que traz à tona a relação coincidente com fatos que foram predestinados. Isso faz com que muitas pessoas mentalmente retroajam ao passado comparando o que lá foi profetizado com alguma tecnologia que pensam ser coincidente ao que antes fora previsto, como, a marca da besta tendo relação com a implantação do chip.

Como se imagina, a implantação do chip seria a moderna e mais poderosa “arma” para o controle da população, que, estará cada vez mais presente em nosso cotidiano. Como mais já está acontecendo na Suécia, é voluntária a implantação do chip numa das mãos. Mas, já se teme que tal implantação venha a se tornar obrigatória para a população. Num futuro próximo quem não tiver o chip implantado não poderá comprar ou vender se não tiver o chip, ou, não tiver a marca da besta, assim como muitos insinuam.

Os microchips podendo ser o mais moderno e eficaz rastreador de todo mundo é considerado como sendo o anticristo, principalmente pelos religiosos mais crédulos com as dissertações contidas no apocalipse. Está mesmo parecendo que logo seremos governados por máquinas. A epidemia dos telefones celulares pode servir de exemplo. Quem os possui pode pensar que os domina, mas, parece que é ao contrário. Quando os celulares ficam sem uso, eles ficam quietos, enquanto que, as pessoas ficam irrequietas quando estão sem eles. Será que o destino da humanidade é ser monitorada e ser mesmo condicionada a seguir costumes orientados através de mecanismos tecnológicos como os chips a serem instalados em toda ela?

Quem for nascer nesses tempos vindouros sob o monitoramento de suas vidas, não tendo conhecimento de como foi a liberdade existente no passado, considerará normal ser monitorado e ser controlado à distância o seu modo de ser e de proceder. Nessa conjuntura tão tecnológica pergunta-se: O homem ainda teria a liberdade de ter pensamentos próprios? Teria ele autonomia sobre os seus atos? E se os chips forem também receptivos de radiações nocivas causadoras de doenças incuráveis, isso, como parece que alguns já confabulam não iria facilitar a diminuição da população, que, como já dizem será necessário para conter a prevista escassez de alimentos no mundo num futuro não tão distante? Até aqui parece que tudo foi ficção, mas, quantos fatos que foram ficções vieram a se tornar realidade?

Altino Olimpio 



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