» Colunas » Economia

31/07/2025
SÃO PAULO O SUPER ESTADO DA UNIÃO

PAULISTARUM TERRA MATER

Como São Paulo virou o Estado mais rico do Brasil?

Escultura de baleia com prédios espelhados na Avenida Faria Lima, em São Paulo

Crédito, Getty Images

Legenda da foto, Prédios da Avenida Faria Lima concentram sedes de grandes empresas em São Paulo, Estado que até meados do século 19 tinha pouca relevância econômica, política ou demográfica

Article Information

    • Author, Rute Pina
    • Role, Da BBC News Brasil em São Paulo
  • 8 julho 2025

Se fosse um país, São Paulo teria uma economia maior que a da Argentina. Em 2024, o Estado registrou um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 3,5 trilhões — quase o triplo do segundo colocado no ranking nacional, o Estado do Rio de Janeiro, com R$ 1,3 trilhão.

Mas nem sempre foi assim. Até meados do século 19, São Paulo era uma província sem grande relevância econômica, política ou demográfica.

O Censo de 1872, o primeiro levantamento populacional do país, estimou cerca de 30 mil habitantes na capital paulista. No mesmo ano, a cidade do Rio de Janeiro tinha aproximadamente 270 mil moradores.

A transformação que viria nas décadas seguintes é, nas palavras do jornalista e historiador Rafael Cariello, "o tipo de coisa que acontece pouco na história econômica mundial".

"São Paulo era uma província que importava pouco e era uma espécie de periferia do Rio", afirma.

Cinco décadas depois, o Censo de 1920 mostrava uma população 19 vezes maior na capital paulista: cerca de 580 mil habitantes.

Rua do Rosário, atual Rua 15 de Novembro, em 1880

Crédito, Arquivo Nacional

Legenda da foto, Rua do Rosário, atual Rua 15 de Novembro, em 1880: capital paulista registrou 30 mil habitantes no Censo de 1872

Ainda não havia o cálculo do PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos, para medir a riqueza no Brasil Imperial. Mas era possível ter uma ideia de quais províncias eram mais ricas.

Um dos indícios era o volume de impostos arrecadados pelo governo central. Outro, o que entrava e saía pelos portos.

"Sabemos que São Paulo era relativamente pobre ou, pelo menos, não tão rica quanto outras províncias pelos impostos arrecadados pelo governo central. E, grosso modo, eram essas as que importavam ou exportavam em maior volume", explica o pesquisador.

As províncias mais ricas do país se concentravam nas regiões produtoras de commodities como a cana-de-açúcar para exportação, nas Minas Gerais do ouro e na capital do país, o Rio de Janeiro (de 1763 a 1960).

Mesmo com solo fértil e terras propícias para a agricultura, São Paulo tinha produção agrícola menor do que outras regiões do país.

Como, então, uma província periférica e relativamente pobre se transformou no Estado mais rico do Brasil? A BBC News Brasil conversou com especialistas para entender os caminhos que levaram São Paulo concentrar poder econômico no país.

O desafio de transporte

Locomotiva da Cia Paulista de Estradas de Ferro (CPEF)

Crédito, Arquivo Nacional

Legenda da foto, A chegada da ferrovia no Estado foi a grande revolução para a economia paulista

Para produzir e exportar mais, São Paulo tinha que resolver um problema: a Serra do Mar.

A ligação entre o interior e o litoral, por onde escoavam os produtos para exportação, exigia a travessia de uma região montanhosa tão íngreme que recebeu dos colonizadores portugueses o apelido de "a muralha".

Por séculos, esse percurso foi feito por trilhas, muitas delas foram abertas e usadas por povos indígenas, como o antigo Caminho do Peabiru — uma rota indígena criada antes da colonização, que ligava o oceano Atlântico ao Pacífico.

A primeira estrada pavimentada veio só no fim do século 18. Concluída em 1792, a Calçada no Lorena era estreita e sinuosa: 50 km com 133 curvas do alto da serra até Santos.

"O planalto paulista era um dos terrenos mais férteis e bons para cultivo no Brasil, desde sempre. Mas era muito caro levar qualquer coisa de lá para o litoral ou trazer algo do litoral para o planalto pelo custo de transporte", diz Cariello.

Na mesma época, o café começava a ganhar espaço na agricultura brasileira. Mas, em São Paulo, só compensava plantar em áreas próximas ao litoral, como o Vale do Paraíba, na divisa com o Rio de Janeiro.

Até então, a produção era escoada em tropas de mulas.

"Quando eram muitos dias, você tinha que alimentar a mula e tinha que dar muito milho para as mulas, e milho era muito caro. Era a gasolina da época", descreve o pesquisador.

O estudo de Cariello mostra que o avanço do café rumo ao interior paulista se deu, inicialmente, por uma mudança política. Foi a descentralização do poder no Império e a criação de um sistema de pedágios que permitiram investimentos nas estradas e, com isso, baratearam o transporte.

Cariello analisou registros de um antigo posto de fiscalização em Cubatão, próximo a Santos.

"Os tropeiros que desciam a serra com mulas carregadas de café, açúcar e outros produtos tinham que declarar o que traziam e de onde vinham. Esses registros eram anotados, dia a dia, entre 1835 e 1867", explica.

Ao sistematizar os números, ele identificou a origem das cargas que chegavam ao porto.

"Entre 1835 e 1850, o volume de café exportado do Vale do Paraíba e do interior paulista era equivalente. Mas, a partir de 1850, há um salto vertiginoso na produção do interior, especialmente de Campinas, Limeira, Rio Claro, Piracicaba e Itu."

Rafael Cariello

Crédito, Fernando Otto/BBC

Legenda da foto, Rafael Cariello pesquisou como o avanço do café rumo ao interior paulista se deu, inicialmente, por uma mudança política

Como o café chegou a regiões tão distantes se o transporte seguia lento e caro? A resposta, segundo pesquisador, está em uma transformação institucional.

Em 1831, o então imperador Dom Pedro 1º abdica do trono. A partir de 1834, uma reforma constitucional descentralizou parte do poder no Império e permitiu que as províncias criassem suas próprias assembleias legislativas.

São Paulo toma uma decisão que, mais tarde, vai ter grande impacto em seu desenvolvimento econômico. O Estado decide pagar mais impostos para melhorar as estradas e diminuir a duração, e consequentemente o custo, das viagens. E isso é feito através da criação de dezenas de pedágios.

O dinheiro arrecadado então é usado para construir estradas melhores, e é isso que permite que o café comece a ser plantado mais longe do litoral.

Em 1846, foi inaugurada a Estrada da Maioridade, uma via com nove metros de largura, menos curvas e muito mais eficiente que a anterior para vencer a Serra do Mar.

"Esse pedágio passou a representar quase metade da arrecadação da província", diz o pesquisador.

"Ou seja, mudança política permitiu que a elite paulista resolvesse um problema de coordenação e arrecadação de impostos — um problema que o centro, o Rio de Janeiro, não conseguia resolver. A minha explicação é essa: uma descentralização do poder político permitiu que São Paulo enriquecesse."

A grande revolução, no entanto, viria duas décadas depois: a chegada da ferrovia no Estado, em 1867. A São Paulo Railway Company ligava a capital paulista a Jundiaí.

Construída com capital inglês, a ferrovia também recebeu investimentos dos produtores de café paulistas porque seria por ela que a produção seria transportada até o Porto de Santos.

Na mesma época, países como os Estados Unidos passavam a consumir grandes volumes de café. Com um mercado externo em expansão e infraestrutura mais eficiente, as plantações do grão se espalharam para outras partes do Estado.

Fim da escravidão e migrações

Em 1850, o Brasil proibiu o tráfico transatlântico de pessoas escravizadas. A decisão foi tomada, em grande parte, por pressão política da Inglaterra, que via no país um potencial mercado consumidor para seus produtos industrializados.

São Paulo passou a incentivar a imigração, principalmente de europeus, para suprir as demandas da produção de café.

"Existe uma razão econômica evidente, mas por trás também havia um projeto racial. Buscava-se o embranquecimento da população brasileira. A preferência por imigrantes europeus estava alinhada às teorias raciais e higienistas da época", afirma o historiador Pietro Amorim, pesquisador do Museu do Café, em Santos.

Entre meados do século 19 e o final dos anos 1970, a antiga Hospedaria de Imigrantes do Brás, na capital paulista, recebeu cerca de 3 milhões de pessoas. Em 1891, o edifício abrigou aproximadamente 90 mil imigrantes — o triplo da população que São Paulo tinha apenas duas décadas antes, em 1872.

Vista aérea da antiga Hospedaria de Imigrantes do Brás

Crédito, Fernando Otto/BBC

Legenda da foto, A antiga Hospedaria de Imigrantes do Brás recebeu cerca de 3 milhões de pessoas em menos de um século. Hoje, funciona no prédio o Museu da Imigração

Esses imigrantes não apenas trabalharam nas lavouras de café, mas também ajudaram a tornar mais dinâmica a economia local, criando um mercado consumidor e empreendendo em pequenos negócios.

A demanda por roupas, sapatos, chapéus e outros bens impulsionou o surgimento das primeiras indústrias no Estado.

"A transformação que São Paulo vivencia entre 1872 e a década de 1950, quando se torna a maior cidade do Brasil, é resultado direto desse fluxo migratório", explica o historiador Henrique Trindade, coordenador do setor Educativo e de Formação do Museu da Imigração.

"Essa mudança começa demograficamente, mas logo se expande para o campo econômico, social e cultural."

A migração, no entanto, não se restringiu a imigrantes estrangeiros. A partir do século 20, São Paulo passou a receber também fluxos de migrantes vindos de outras regiões do país, especialmente do Nordeste. Em 1929, pela primeira vez, o número de brasileiros que chegavam ao Estado superou o de estrangeiros.

Industrialização

Embora esse primeiro impulsionamento da indústria, o Estado ainda dependia muito do café. A virada mais forte para a indústria veio a partir da crise de 1929.

O mundo entrou em colapso econômico, e o Brasil teve dificuldade de importar produtos, principalmente os industrializados.

São Paulo já tinha aqui uma base industrial que podia responder a essa impossibilidade de que o país tinha de importar produtos, explica Elizabeth Balbachevsky, professora associada ao departamento de Ciência Política da USP.

"Essa herança que São Paulo traz para o século 20 acaba dando para São Paulo uma dianteira que se preserva até hoje", diz.

Com Getúlio Vargas, o Brasil passa a adotar, a partir de 1930, uma política de proteção à indústria nacional. "A indústria paulista se beneficia mais uma vez dessa dinâmica", afirma a professora.

Nas décadas seguintes, o café começa a perder espaço como motor da economia paulista, enquanto o Estado incentiva outras atividades econômicas.

"A partir dos anos 1970, há um movimento de diversificação maior na economia e na própria agricultura. Começa um plano de erradicação dos cafezais e o incentivo a outros produtos e outras atividades, como a industrialização, o petróleo. E o café vai declinando na sua posição de motriz da economia paulista", afirma Amorim, do Museu do Café.

A construção da 'superioridade paulista'

Ponte Estaiada e prédios espelhados em São Paulo

Crédito, Getty Images

Legenda da foto, Desenvolvimento de São Paulo está ligado também à chegada de imigrantes

Elizabeth Balbachevsky argumenta que parte do sucesso econômico de São Paulo se deve ao fato de a província não ter sido importante no projeto colonial português. Para ela, isso teria protegido a formação institucional do Estado de uma caraterística fundamental de outras regiões, o patrimonialismo.

"Não é porque São Paulo era mais rico, maior, ou tinha terras melhores. Isso você encontra no Brasil todo", afirma.

"Mas, de alguma forma, a colonização paulista se preservou de uma característica marcante do projeto ibérico nas Américas, essa mescla entre Estado e interesses privados."

Segundo ela, essa relativa ausência de uma lógica patrimonialista teria aberto espaço para uma iniciativa capitalista mais autônoma e menos dependente.

"Criou-se uma institucionalidade menos parasitária da atividade econômica", defende.

Mas essa explicação é contestada pelo sociólogo e pesquisador Jessé Souza, autor de mais de 20 livros, entre eles A Elite do Atraso (Editora Leya) e Classe Média no Espelho (Sextante).

Para ele, o diferencial paulista não foi institucional, mas simbólico. Após a derrota de São Paulo no levante de 9 de julho de 1932 (revolta contra o governo de Getúlio Vargas), a elite local percebeu que precisava estabelecer domínio para consolidar poder político, econômico e racial.

"O que São Paulo fez foi usar o poder simbólico para se legitimar como se fosse uma espécie de Estados Unidos no Brasil, com resgate dos Bandeirantes como desbravadores, seguindo uma lógica protestante", afirma.

"A elite paulista entendeu que não bastava ter as fazendas de café ou as indústrias. Era preciso bombardear a população com uma mentira que fizesse com que o restante do país, especialmente quem não é branco, se sentisse inferior."

Monumento aos Bandeirantes no Ibirapuera

Crédito, Getty Images

Legenda da foto, O resgate dos bandeirantes na historiografia paulista foi, para Jessé Souza, parte de um projeto de dominação ideológica

Para Souza, esse processo começa com a criação do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, em 1894, mas se consolida com a fundação da USP, nas décadas seguintes.

"Não estou dizendo que a USP é ruim. É a melhor universidade do país. Mas ela também foi uma usina ideológica a serviço desse projeto de poder."

Para ele, a elite paulista foi capaz de repaginar o escravismo sob a linguagem da moralidade, da modernidade e da meritocracia.

"Enquanto o Nordeste teve quase 400 anos de escravidão, São Paulo teve quase 100, mas assumiu o comando ideológico do país com um pensamento profundamente racista. A elite trouxe imigrantes brancos para cá e criou a ideia de que São Paulo era uma Europa no meio da África."

Esse imaginário, diz Souza, foi fundamental para a exclusão política e econômica da maior parte da população brasileira.

"São Paulo conseguiu usar o racismo para impedir o acesso popular ao Estado. Porque a elite precisa do Estado para se apropriar de recursos públicos. E fez isso dizendo que o nordestino era preguiçoso, que os pobres não sabiam votar, que só ela tinha competência para liderar o país."

Segundo ele, o investimento nessa narrativa, por meio de institutos, universidades, jornais, rádios e televisões, foi central para manter São Paulo no centro do poder.

"Se você escuta a mesma ideia por 100 anos, acaba acreditando", afirma. "E a ideia é essa: São Paulo é mais virtuoso, trabalhador e moderno. Quando, na verdade, foi só mais eficiente em naturalizar um projeto de dominação."


BBC Brasil

Leia outras matérias desta seção
 » SIMPLES NACIONAL -OPÇÃO ATÉ SETEMBRO
 » REFORMA TRIBUTÁRIA
 » MEI,MICRO E PEQUENAS EMPRESAS
 » EM ECONOMIA NÃO TEM ALMOÇO DE GRAÇA
 » PENDURICALHOS SUSPENSOS
 » CONTA DE LUZ NÃO SOBE EM FEVEREIRO
 » APOSENTADORIA NOVAS REGRAS
 » TRÊS MILHÕES DE MEI ABERTAS
 » SÃO PAULO O SUPER ESTADO DA UNIÃO
 » TARIFAÇO NA VISÃO DE PAUL KRUGMAN
 » PIX O FUTURO DO DINHEIRO
 » FAZ SENTIDO ACABAR COM ISENÇÃO DE IMPOSTO?
 » COMO EMPRESTAR DINHEIRO DO POVO PARA ELE MESMO
 » PIX CUIDADO COM ELE
 » 10% de I.Renda para renda isenta
 » Pacote x Arcabouço
 » ‘Recuerdos’ para entender o pós-Real
 » E DEPOIS QUEREM ACABAR COM O SIMPLES NACIONAL
 » Biden Kamala pronta promete ajuda para a Amazônia...é para acreditar?
 » Fundo Social do pré-sal...onde foram parar os bilhões de reais ?
 » BRASIL 10ª ECONOMIA DO MUNDO ENQUANTO O POVO...
 » Bancos devolveram ao INSS quase R$ 8 bi em benefícios não sacados
 » Enquanto a tributação dos super ricos não vem, Fazenda se contenta com os ricos
 » MEI - MICRO EMPREENDEDOR INDIVIDUAL
 » A fórmula de Midas
 » STF não decretou o fim do sigilo bancário ?
 » Reforma tributária vai desconfigurar o SIMPLES ?
 » Herança será tributada
 » Dívida caduca depois de 5 anos?
 » Por que nossas compras online chegam sempre em caixas maiores
 » Receita divulga regras para IRPF 2024
 » Plano real 30 anos
 » Presidente em exercício sanciona lei que facilita regularização de dívidas com a Receita Federal
 » Comentário do Economista Gino Olivares. Argentina dolarização
 » streaming têm cada vez mais propagandas
 » Wi-fi lento ?
 » Reforma tributária avança
 » Investimentos na América Latina Brasil lidera.
 » Licitações o que muda com a nova Lei
 » Salário Mínimo tem aumento mínimo mais uma vez
 » Juros: Lula está certo diz Joseph Stiglitz - Nobel de Economia
 » Endividados: Com nome sujo, a gente não é nada
 » Economistas podem aprender com as Abelhas
 » FGTS Saque aniversário 2023
 » Não está contente com seu trabalho aqui?
 » Mutirão para renegociar dívidas
 » Economia será difícil o ano que vem
 » Algoritmos a praga matemática
 » Simples Nacional terá limite aumentado diz Deputado Bertaiolli
 » Gasolina e Diesel aumentam e sobra blá blá blá
 » Vai se aposentar? veja as novas regras
 » COP26: preço de petróleo deverá despencar nos próximos 15 anos
 » Os riscos do open banking (Banco aberto)
 » Mais imposto: IOF sobe
 » Estagflação em 2022 ?
 » Paulo Guedes, o Faria Loser
 » Atenção ladroagem nacional
 » FGTS: Lucros serão depositados veja como sacar
 » Energia elétrica sobe muito este mês e não para
 » Suspensão dos contratos de trabalho
 » Reforma tributária quando ? provavelmente nunca
 » I.Renda não caia na malha fina
 » A inflação real 2020-2021 e os preços em 1997
 » Carta dos Economistas dura e realista
 » vacina contra o covid19 x atraso tecnológico
 » Como economizar milhões com o bolso alheio
 » Como arrombar um orçamento
 » Quem prometeu cabide de emprego não vai cumprir
 » Pode faltar agua e energia elétrica em 2021
 » Selic a 2% o Banco Central errou feio.....
 » Debate no Instituto de economia da Unicamp
 » TCE: Iprem Caieiras, má administração,irregularidades e prejuízo
 » Tributar Livros e Jornais
 » Planos de Saúde estão proibidos de reajustar
 » Nova gasolina:perguntas e respostas
 » Reforma Tributária
 » Declaração I.Renda do MEI
 » Organizações Sociais o peso da corrupção
 » Licitação: erros primários ou propositais?
 » Coronavírus vai custar caro para Caieiras
 » Pequenas empresas: sobrevivência a pandemia
 » Guedes inventa um pássaro sem asas
 » Redução de jornada e salário e suspensão de contratos
 » Crédito para micro e pequenas empresas
 » Redução do salário e jornada de trabalho-STF
 » Coronavírus vai deixar uma herança amarga
 » Na crise use a criatividade
 » Coronavírus:respiradores, a improvisação nacional
 » Coronavírus: Dia da mentira ou dos políticos, como queiram
 » Economistas dão sugestões para amenizar a crise
 » Pandemia ou Pandemônio ?
 » Pandemia real ou fabricada?
 » PIB - Produto Interno Brocha
 » Prefeitos inteligentes: último ano é crucial
 » Aplicações em "Perda Fixa"
 » Gastos Públicos: aprenda como funciona
 » Martin Azpilcueta Navarro o Dr.Navarro
 » Carry Trade e Forward Premium Puzzle: Edson Navarro Jr.
 » IPVA 2020 - Quem não precisa pagar
 » Cheque especial a 8% ao mês - Vitória de Pirro
 » Se sair mais do que entra "nóis" quebra
 » ICMS - SP - ANISTIA
 » Anistia-Remissão Fiscal em Caieiras
 » Lei anti-corrupção completa 6 anos
 » Medidas Provisórias: andamento
 » MP da Liberdade econômica
 » eSocial adiado
 » Lição de casa para os pseudo ecologistas
 » A insaciável máquina do desperdício de dinheiro
 » Canudo plástico a bola da vez
 » CDI X CDB X LCA X LCI
 » Nada mudou! nem a velha política
 » Os Privilegiados da Previdência
 » Planos de Saúde antigos-Reajustes
 » Poupança: acordo é mais uma palhaçada?
 » Como comprar um carro sem impostos
 » Caieiras inchando....até quando?
 » Como penalizar ainda mais o contribuinte inadimplente
 » Haja fraude!
 » Investimento: qual o melhor ?
 » Burrice endêmica
 » Domésticas: 70% estão na informalidade
 » Superfaturamento ou o feijão folheado a ouro
 » Petrobras tapando o sol com peneira
 » Boletim Econômico do Corecon-SP
 » A reforma trabalhista está pegando
 » Lula sai candidato e ganha a eleição !Com versão para Economistas
 » Quantos os políticos mataram de fome hoje?
 » Cadastro positivo de crédito avança
 » È melhor o BNDES acabar ?
 » Abuso dos bancos
 » Reforma trabalhista:coletânea
 » Revisão do PIB - Junho de 2017
 » Compra de veículo com isenção de impostos
 » Ranking dos Municípios do Brasil
 » Planos de Saúde: quase 200 mil pessoas saem
 » Seguro com rastreador x Seguro popular
 » FGTS quem pode sacar
 » Conta bancária de graça
 » Uma praga chamada cartão de crédito
 » As sacolinhas plásticas o meio ambiente e a idosa
 » Direitos e não direitos do Consumidor
 » Títulos de capitalização:regras devem mudar
 » Partes e advogados são multados por mentiras
 » Plano Diretor do Município e sua importância
 » O que o otário mais valoriza em um investimento
 » Seguro popular de automóveis
 » Senado segura votação do Simples
 » Licença paternidade agora tem 20 dias
 » Se não fosse a propina.....
 » As relações promíscuas entre Dilma.....
 » O trágico final de 2015 e a tragédia anunciada de 2016
 » A proposta de Temer para consertar o caos econômico
 » Com nova lei o crédito ao consumidor fica mais difícil
 » Quando uma pessoa morre, quem paga suas dívidas no cartão?
 » Título de Capitalização fuja dessa roubada
 » Depois do PAC vem aí novos programas
 » Dólar x Real o ataque especulativo
 » Simples doméstico
 » Desabafo de um empresário
 » O trote do pacote
 » O pacotão de impostos da Dilma: Depois da queda, o coice
 » O leve Levy levado a Lula
 » O rombo de 200 bilhões de reais
 » Supersimples políticos não tem pressa
 » Dívida Interna a próxima explosão
 » Como identificar o sinal de alerta para a deterioração da economia
 » Impeachment e a economia
 » A Grécia já encheu o saco
 » Plano prevê corte de 30% na jornada e nos salários
 » Pegadinhas que enganam até bons investidores
 » O que acontece com quem não paga as contas
 » Repartição de bens na separação
 » Divórcio: investimentos financeiros entram na divisão de bens?
 » Filhos que arruínam a aposentadoria dos Pais
 » Quanto seu filho vai ter aos 21 anos se você investir R$ 500 por mês
 » Por que o Brasil cresce tão pouco em relação aos emergentes?
 » A era da impaciência
 » Petrobras o buraco é bem mais embaixo
 » Dolar alto pode ser a solução rápida.
 » Tesouro direto fica mais fácil
 » E os teus Mateus?
 » Estagflação chegando....
 » A podridão da maior lavanderia de dinheiro do mundo
 » Para que serve um economista?
 » Caixa preta? Não, Caixa Podre isso sim!
 » Você é inteligente ou esforçada(o)?
 » Ofensa sem sentido
 » Entenda porque parece que você compra menos hoje em dia
 » Pequenas Empresas tem mais benefícios
 » Onde investir R$ 1 milhão para viver de renda eternamente?
 » Genial!
 » Planos de saúde e os abusos
 » Copa deixa legado menor e mais caro do que o prometido
 » Alguém tem dúvida ?
 » Fundo Soberano Brasileiro.....
 » 60 milhões de vagabundos ?
 » O Capital do Século XXI
 » Retorno da Renda Fixa é maior que ações em 2000%
 » Somos educados para o analfabetismo econômico
 » As agências de avaliação de risco e os fundamentos da economia brasileira
 » Entrevista - Carlos Lessa
 » Mais uma caixa-preta do BNDES - e com fundos do FGTS
 » Lento, seguro e gradual
 » (Serão elucubrações de uma noite de verão, ou verdades assustadoras?)
 » Belluzzo: País está em camisa de 11 varas
 » Educação e produtividade
 » Aposentadoria - Dicas na hora da escolha
 » Estatísticas sem pés nem cabeça
 » Um fracasso em dez motivos
 » Ousadia para mudar a economia
 » Erros financeiros que os homens cometem
 » Só o bolsa família não resolve
 » Entrevista - Albert Fishlow, professor Emérito da Universidade de Columbia
 » As boas ideias não são só dos superdotados
 » O começo do fim da crise de 2008
 » Os sete pecados capitais do investidor
 » Uma questão de escolha
 » Gastos fixos do governo impedem redução relevante de impostos
 » Brasil gastou sua poupança na Disney
 » Aplicações sem I.Renda LCA, LCI & Cia.
 » O consumo é o motor da economia?‏
 » Brasil x EUA
 » Alta rotatividade dos jovens gera baixa produtividade
 » Decisões históricas
 » Qualquer renúncia terá corte de despesa ou outra tributação
 » Formação do Brasil
 » Fundos de Previdência: futuro em risco ?
 » Atraso na educação explica 100% da desigualdade de renda, diz economista
 » Desvalorização deixa a situação crítica
 » Selic sobe para 8% a.a.
 » Separar o lixo pode render descontos na conta de luz
 » A inflação brasileira: duas metáforas e um modelo
 » Inflação novamente preocupa as autoridades
 » Custo Brasil - sátira
 » O colapso do investimento no Brasil
 » I.Renda tem novidades este ano
 » A Europa vista por um economista Chinês
 » Falando Economês
 » O que um economista pensa ao ler uma matéria de Jornal
 » Caindo na Real
 » Imposto de Renda 2013 - Pessoa Física
 » Não esperem que o câmbio ‘derreta’, diz Mantega
 » Investimentos furados, pense duas vezes antes...
 » Balanço 2012
 » “Estamos presos numa armadilha de baixo crescimento”
 » O pior ano do século
 » Ainda sem respostas
 » Fundos imobiliários, são bons mesmo?
 » Impostos consomem até 93% de serviços e produtos
 » Revolução pela inércia?
 » Hora de reciclar a economia
 » Jogo em aberto
 » Brasil rico, Brasil pobre
 » A história do Brics acabou tomando um rumo infeliz
 » Drenagem de cérebros às avessas
 » País diferente
 » Números do PIB
 » Uma crise fora de padrão
 » A poupança nunca rendeu tanto
 » 10 empresas brasileiras que são mais ricas que muitos países
 » Mudanças com a redução de 0,5 ponto percentual na Selic
 » Investidor estrangeiro vê o Brasil com cautela
 » As 10 Armadilhas dos fundos de previdência privada
 » Delfim Neto, em 2012 o PIB não passa de 2%
 » Graça Foster e a Petrobras
 » Investimento direto estrangeiro
 » Recuperação sim, embalo não
 » Ficção ou realidade?
 » Redução de IPI é caminho sem volta ?
 » Radiografia dos salários do funcionalismo público
 » A Busca da Produtividade
 » Gastos do Governo Federal – primeiro semestre de 2012
 » Selic cai 0,5 ponto percentual, atinge 8% ao ano e continua no menor patamar da história
 » Piora a visão do investidor sobre o Brasil
 » Ações a longo prazo, não é um bom negócio.
 » Real só será sucesso com juro brasileiro igual ao internacional, diz Persio Arida
 » BC corta juro e taxa selic atinge o menor nível da história. O que muda a partir de agora?
 » Juros simples x Juros compostos é fácil de entender
 » O que muda na sua vida com a nova poupança
 » Que tal o dólar a R$ 3,50?
 » 8 brechas para pagar menos IR
 » Com sobra de emprego, mais brasileiros deixam a empresa para trocar de patrão
 » Doença brasileira
 » Parada técnica
 » O PIB emperrado
 » Comparação Interessante - PIB
 » O Arranjo da Economia
 » América Latina vai liderar recuperação se ritmo for mantido
 » O que esperar para 2012 no Brasil?
 » Riscos que o Brasil corre em 2012
 » Mais ricos têm renda 39 vezes maior que os mais pobres, diz Censo 2010
 » Planejando a Previdência
 » Previdência privada, um benefício complementar
 » Quem não morre novo, velho ficará
 » O famigerado fator previdenciário
 » Previdencia e Aposentadoria
 » O Grande teste ainda virá
 » Produtividade estagnada! É a índole do Brasileiro?
 » Essa doeu, mister Beting!
 » Realidade ou ficção ?
 » Brincando com Índices III
 » Planos de saúde antigos, analise a adaptação com cuidado
 » Venda de imóveis, pague menos i.renda
 » Planos de aposentadoria valem a pena?
 » R$ 5,37 bilhões sem dono?
 » A sacolinha plástica e o cocô de burro
 » Investimentos, veja quanto você perdeu
 » Brincando com índices II
 » Delfim Netto: A ajuda da economia mundial terminou
 » Socialismo, um incentivo a vagabundice?
 » Os Pigs e nós - Delfim Neto
 » Culto religioso, um bom negócio
 » 10 fatos da crise no Brasil
 » Câmbio: brincando com fogo
 » Imposto de Renda erros mais comuns
 » Ações que não recuperaram o valor
 » Benvindos ao glorioso fundo do poço
 » Brincando com índices
 » Sistema ERP o que são?
 » Crédito Pessoal, taxa ou abuso ? Confira.
 » Marolinha
 » Ações, cuidado
 » Voce pode estar sonegando impostos
 » Fundos de previdência, renda variável
 » IR e previdência privada: saiba mais sobre regimes de tributação e benefício fiscal
 » Tesouro direto, como investir.
 » Delfim Neto:Entrevista
 » Ganho de capital
 » Perdas com Fundos
 » Fundos de Investimentos - rent.
 » Surpresa para o consumidor: nem toda NFP vale para crédito.
 » A bolha brasil
 » Dupla face
 » Supersimples: Créditos podem ser aproveitados
 » Guia dos Impostos - Impostos sobre bens
 » CDI: entenda melhor sua importância no mercado de renda fixa
 » Entenda o que é e como a Selic afeta a economia brasileira e o seu bolso
 » Delfim Netto o Economista da “Idade Média”...
 » Agora são US$ 80 bilhões
 » Mário Henrique Simonsen
 » Para onde vão nossos impostos
 » As despesas das câmaras municipais
 » IPC, INPC, IPCA, IGPM, IGP-DI, IPA, INCC… inflação ou sopa de letrinhas?
 » Bookbuilding: entenda como funciona o procedimento de precificação de novas ofertas
 » Direitos do Trabalho e ao Trabalho
 » Mexer na dívida pública é mexer em vespeiro
 » Economia e Mercado Financeiro
 » Lei Geral das MPEs
 » Lei Geral é pouco conhecida
 » Nova proposta de tributação
 » Os Impostos de Lula
 » Ditadura Fiscal
 » Inédito: um Economista que não reclama da carga tributária brasileira
 » O poder do debate e o Restaurante Brasil
 » "Medo de Crescer", "Medo de Quem?"
 » Sonegação pode custar caro para o contribuinte
 » É Preciso Tirar as Máscaras
 » Só falta 58,77% para o Estado tomar tudo da nação!
 » Fazendo Contas
 » É preciso ouvir a nação
 » Governo investe apenas 1% do que poderia
 » Custos da Violência Urbana: 10% do PIB
 » Em busca da Utopia?
 » Pagando Caro
 » Carga Tributária
 » Tributos cobrados no Brasil.
 » Carga Tributária em relação ao PIB
 » Um fardo pesado para a agricultura brasileira
 » 2003 e as Esperanças de melhorias, que nunca morrem
 » Economês
 » Sonegação Fiscal Compensa?
 » José Mané vai ao banco...
 » Esperança ou Medo?



Voltar