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O lado sombrio da Melhoramentos

Engenheiro luta por herança bilionária

Morador de Leverger briga para ter direito a uma fatia do Grupo Melhoramentos, conglomerado cujos ativos somam mais de R$ 1,5 bilhão

RODRIGO VARGAS - Diário de Cuiaba


Ele nasceu na Alemanha, mas, quando questionado, diz que é brasileiro. Em vez do nome de registro, complicado para os padrões locais, prefere ser chamado simplesmente de Paulo.

Sem dinheiro para pagar despesas básicas como a conta de luz, briga com seus irmãos na Justiça para reaver o que considera ser sua parte em um conglomerado cujos ativos somam mais de R$ 1,5 bilhão. 

Uwe Paul Otto Plöger, 65, é engenheiro agrônomo e mora em uma casa simples em Santo Antônio do Leverger. Atualmente desempregado, depende da aposentadoria de sua mulher para se manter. 

“Desde 2009, quando morreu a minha mãe, minha vida se resume a buscar Justiça e reaver o que me tomaram. Posso perder tudo, mas não vou desistir”, diz. 

Plöger é neto do industrial Alfried Weisflog, que morreu em 1942, vinte anos após assumir o controle da Companhia Melhoramentos de São Paulo, fundada em 1892. 

Sua mãe, Adolfa, era uma herdeira direta do conglomerado, que atua nas áreas de editoração de livros, reflorestamento e fibras de celulose. 

Paul Otto, seu pai, ocupou cargos de destaque na companhia. Quando morreu, em 1992, havia sido diretor-administrativo e diretor industrial. 

Seus irmãos, Ingo e Alfried, também exerceram funções importantes e hoje mantêm, na condição de acionistas com direito a voto, cadeiras no conselho de administração. 

Plöger nunca quis seguir carreira no grupo. Formado em agronomia na Alemanha, veio para Mato Grosso na década de 1970 para tentar a sorte como agricultor e pecuarista. “Ajudei a abrir o Estado. Era o que gostava de fazer”, relembra. 

Sua participação na administração do patrimônio da família, segundo ele, sempre se deu por meio de procurações que forneceu ao pai e aos irmãos. “Fiz por confiança, jamais imaginaria que usariam isso contra mim”. 

Até a morte de sua mãe, ele conta que sua relação com os irmãos e o restante da família era “normal, sem conflito algum”. “Eu passava as festas de final do ano com eles. Veio então o inventário de minha mãe e a surpresa: não tinha direito a nada.” 

Em ações que propôs na Justiça, Paulo acusa os irmãos de apropriação indevida da fatia que lhe pertence na companhia. Ingo e Alfried (veja matéria) dizem que a partilha dos bens de seus pais foi feita “em vida” e que Plöger recebeu a sua parcela. 

Afirmam, ainda, que o irmão vendeu a eles sua participação na companhia no início da década de 1990. “Essa suposta venda foi feita por meu pai, utilizando uma procuração assinada por mim vinte anos antes. Eu nem fiquei sabendo do negócio.” 

Como herdeiro, Plöger diz que recebeu US$ 1,5 milhão em 1995, em razão da venda de uma casa da família em São Paulo. “E foi apenas isso. Dizer que esse montante equivale a uma participação na Melhoramentos é uma piada”, rebate. 

As incursões judiciais contra os irmãos, até o momento, foram todas infrutíferas, mas o agrônomo confia que novos documentos, ainda não juntados ao processo, irão mudar sua sorte. “Eu vou provar que fui vítima de uma fraude.” 


MERCADO DE CAPITAIS (30/07/2007)
Ricardo Baltazar
Presidente da Abrasca Alfried Plöger deveria respeitar os sócios, mas em sua empresa vive às turras com eles. A briga está na Justiça.
O empresário Alfried Karl Plöger, uma das pessoas que mais deveriam zelar pelos bons costumes no mercado de capitais, está dando um mau exemplo. Presidente da Associação Brasileira das Companhias Abertas, a Abrasca, Plöger vive reclamando do governo, e gosta de dizer que os juros altos e os impostos são os entraves que impedem o crescimento do mercado. Mas ele raramente fala sobre o que anda acontecendo na Companhia Melhoramentos de São Paulo, fundada por sua família há mais de um século. Endividada e com anos de prejuízos acumulados, ela está quase quebrada. As vendas vão mal. E a empresa está sendo processada na Justiça por causa dos maus tratos sofridos pelos acionistas minoritários que nos últimos anos puseram dinheiro novo na Melhoramentos.
A empresa foi levada aos tribunais porque dois anos atrás entrou em rota de colisão com os sócios minoritários da Melpaper, fabricante de papel higiênico, guardanapos e toalhas de papel, controlada pela Melhoramentos. Juntos, o banco Pactual, dois fundos de pensão ligados a estatais e outros investidores possuíam 47% da Melpaper. Em 1998, Plöger e os outros donos da Melhoramentos propuseram um aumento de capital aos acionistas da Melpaper. O Pactual esperneou, mas a operação foi aprovada. Resultado: o pedaço dos minoritários na Melpaper foi reduzido a pó. As ações do Pactual e dos outros investidores passaram a deter apenas 3% do capital da empresa, e assim seu poder de interferência na administração do negócio desapareceu. Junto com a Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, e o investidor José Antonio Bortoluzzo Netto, o Pactual foi à Justiça exigir uma indenização pelo prejuízo causado pela operação. "O aumento de capital serviu para mostrar o desprezo com que as rés tratam seus minoritários", diz a ação.
O processo de aprovação do aumento de capital foi tumultuado. Segundo a ação, documentos foram sonegados aos acionistas, um laudo de avaliação apareceu sem data nem autoria e o preço das novas ações foi estabelecido de forma incompreensível. O destino do dinheiro também não foi respeitado, de acordo com os sócios minoritários. Numa operação simultânea, a Melhoramentos transferiu para a Melpaper o controle de outra companhia do grupo, a Melhoramentos Florestal. Assim, o dinheiro do aumento de capital entrou na Melpaper por uma porta e saiu pela outra, voltando à Melhoramentos como pagamento pela Melhoramentos Florestal. "Fizemos tudo dentro da lei", afirma Plöger (leia entrevista abaixo). O processo na Justiça está longe do fim. Há meses espera-se que um perito examine os números da Melpaper e chegue a uma conclusão sobre o preço fixado para as ações no aumento de capital. Não há previsão para a data do julgamento.
É briga de gente grande, e, ao que tudo indica, houve também erros de avaliação do Pactual e da Previ. Eles entraram na Melpaper porque quiseram e só perceberam que tinham feito um péssimo negócio depois de perder muito dinheiro. A Melpaper foi criada em 1994, quando a Melhoramentos comprou uma fábrica de papel do grupo americano Kimberly Clark. A operação foi coordenada pelo Pactual, que investiu dinheiro seu e de clientes no negócio. Fundos de pensão como a Previ e o Fapes, dos funcionários do BNDES, entraram depois, quando as ações da empresa foram lançadas no mercado. Com projeções excessivamente otimistas, o Pactual convenceu investidores do Brasil e dos Estados Unidos a colocar R$ 33 milhões na empresa. A desilusão veio quando os executivos indicados pelos fundos instalaram-se na administração da Melpaper.
As perspectivas reais da empresa eram muito menos brilhantes do que o Pactual havia sugerido. Plöger e seu irmão, Ingo, sempre deram as cartas sozinhos na Melhoramentos e não aceitavam os palpites dos novos sócios. As ações da Melpaper despencaram. Um ano depois, o papel valia menos de um décimo do que os fundos de pensão tinham pago. Nesse ambiente, o Pactual se viu forçado a recomprar as ações de vários clientes arrependidos. Outros investidores pularam fora do barco. Fizeram bem. A Melpaper nunca deu um centavo de lucro. Até setembro do ano passado, data do último balanço publicado, acumulou um prejuízo de R$ 105 milhões. Isso só serviu para agravar a situação financeira da Melhoramentos, que tem usado artifícios contábeis para fechar o balanço. Em 1998, a empresa superavaliou uma fazenda para inflar o patrimônio e evitar que ele fosse corroído pelas perdas acumuladas nos últimos anos. A Comissão de Valores Mobiliários não gostou. O caso também está na Justiça.
Fonte: ON LINE DINHEIRO



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