» Colunas » História » Caieiras Antiga

19/11/2008
A Última Maquininha.

Atualmente, a complexidade, as responsabilidades do viver, as preocupações cada vez mais sendo invasoras, a incidência sufocante de informações desnecessárias, a multiplicidade de distrações, tudo há tornar o tempo tão curto e rápido como se ele tivesse extensão e velocidade. Esse viver enroscado, embaraçado, embaralhado, fez com que o relacionamento humano perdesse a sensibilidade e a pujança do romantismo de outrora. Você leitor, que é desta e de uma geração bem posterior àquela donde “os tempos” eram outros vai agora se deslocar para lá. Para a última maquininha (trenzinho) de Caieiras para o seu Bairro da Fábrica de Papel, este, o “pulmão” da região. Não tão tarde da noite, ainda calmo, sereno e lento como ela, o tempo no relógio se revela como não sendo ainda vinte e três horas. Os três vagões ou bondes de que se compõe à maquininha são abertos nas laterais e de uma à outra é a extensão dos bancos fixos de madeira. Em dias de chuva, ela invade de ambos os lados os extremos dos bancos. É quando a preferência é sentar-se no meio deles, isso, quando o número de passageiros é reduzido e possibilita. A pequena locomotiva chamada de “máquina a óleo” faz um “bom tempo” que ela substituiu a anterior que era a lenha, ou melhor, a vapor. Esta, com seus apitos agudos piiiiiiiiiiiii piiiiiiiiiiiiiiii, espalhava suas fumaças e brasas que invadiam os vagões e se via os passageiros em si mesmos dando tapas ah ah ah ah, para se livrarem daquelas partículas fogosas, que, além de queimar a pele e ardendo-a, também faziam furos na roupa. Era muito engraçado. Hei leitor está gostando deste regresso? É nostálgico, não? Agora, não perdendo o “fio da meada”, a maquininha iniciou sua partida. Embarcado nela está um personagem que vai representar a todos daquela época romântica. Ele vai viver o que você, leitor, não viveu, aproveite. Deixando Caieiras, a paisagem com prédios amarelados pelo tempo, são eles departamentos de trabalho da Indústria local. Os estridentes ruídos das rodas da maquininha nos trilhos parecem ter características que identificam os lugares por onde ela passa. À esquerda, no fim do prédio das oficinas onde de imediato o passar por ele já é a ponte sobre o Rio Juquery, nela, o ruído é inconfundível. Mas, o olhar se distrai à direita, entre algumas árvores e sobre o coreto, onde se vislumbra parte da Igreja Nossa Senhora do Rosário. À direita e por detrás do rio, o velho cinema e salão de baile, palco de muitos romances e emoções ficou para trás. Rua dos Coqueiros com casas a direita e a esquerda, janelas fechadas ocultando a interior intimidade familiar. As emendas entre os trilhos são somas de toc-toc que se misturam ao barulho do motor da maquina a óleo que, ocupando o espaço antes vazio, disputa com o silêncio a vez de também se existir sob o manto negro da noite. Além dos seus passageiros, a maquininha transporta também seus diferentes jeitos de ser, suas aspirações, ilusões, alegrias e decepções e, muito mais, a incerteza de seus destinos esquecida que é pela proeminência de seus sentidos no presente. Bairro da Cerâmica, única parada de entremeio com Caieiras e o Bairro da Fábrica. Aqui e antes, a maquininha contornava um lago de águas paradas que mais parecia um pântano. Aterrado agora, a topografia local ficou maior utilizável, os trilhos da maquininha foram deslocados excluindo assim a antiga curva e onde a estaçãozinha era também a portaria para os funcionários da Fábrica de Celulose, como assim era chamada. Um bonito verde gramado servia de moldura para um pequenino lago artificial que refletia o azul do céu, que, com seus peixinhos vermelhos eram companhia constante para o busto de um personagem histórico da família proprietária destas terras. Logo ao partir da “Cerâmica” com o rio à esquerda, à direita entre poucas casas parecendo adormecidas como seus moradores está o início da subida conhecida como “Estrada da Serrinha”. O percurso segue até uma curva à esquerda e quando da curva à direita, a reta é entre barrancos com mata se alastrando através dele e uma fileira de casas à esquerda, estas tendo o nome de “As Casas da Linha”. Iluminação tênue pelos postes com insetos e mariposas debatendo-se ao redor das lâmpadas. Depois da última casa, a visão se estende mais ao longe onde o rio se alarga e se alastra onde está à vila de nome Charco Fundo. Com iluminação tímida, só seus contornos obscurecidos são visíveis. Hei leitor, esqueceu-se do personagem da maquininha que está e ainda vai viver emoções antigas para nós? Vamos “ver e escutar” os pensamentos dele agora que o trajeto da maquininha é por dentro do negro da escuridão? Hummmm... Ele é um apaixonado. Está voltando de um namoro e ainda está hipnotizado. Abraços e abraços, outros e outros mais apertados ainda, beijos, tantos beijos, bocas em desespero se esfregando, se mordendo, rostos se esfregando em rostos, dedos entre cabelos, beijos nos olhos, sussurros, afagos, bocas que se grudam, não há pausa, corações pulsando forte, mãos procurando mãos, abraços apertados como que querendo um puxar para dentro de si o corpo do outro, beijos outra vez, mais outros cada vez mais longos, olhos fechados como se eles é que sentissem a eclosão da paixão, do amor, respiração mais forte, o mundo deixou de existir ou parou e nem os dois sabem quem são. Tudo isso ele trouxe para mentalmente reproduzir no escuro e no ritmo dos sacolejos da maquininha como outros românticos e apaixonados, nisso, lhes foram iguais. A intimidade máxima entre um moço e uma moça, se existia era raro. Isso serviu como causa para amores duradouros. Mas, o personagem se distraiu um pouco de sua amada permitindo assim perpassar por sua cabeça várias cenas saudosas. São de moças simples, corretas, românticas, de vestido ou de saia, cabelos longos, tranças num trançado parecido ser mágico que sempre se tem a vontade de tocar, pegar. Desembarcaram na plataforma da “Estação Passado” e desapareceram. A maquininha da noite também transportou quem em silêncio esteve revivendo suas amarguras, suas dores tão doidas da perda de um amor. Nessa agonia, nessa dor interior que de dentro se transpassa para fora pelos olhos tristes, o desejo era que a maquininha nunca chegasse ao seu destino, se infiltrasse no negro da noite e com ela desaparecesse com a chegada da aurora. Luzes à vista! É a Vila da Curva. São casas à direita e, como aqui são altos e mais longos os ruídos estridentes nos trilhos por causa da curva. Agora, o final do trajeto está perto parecendo que isso afasta pensamentos, no mais, sendo eles divagações sobre recordações provocadas pela memória. A última maquininha chegou e estacionou ao lado da plataforma da “Estaçãozinha de Concreto” iluminada. Agora todos os rostos dos passageiros são discerníveis e alguns demonstram estar sonolentos. Daqui se ouve o peculiar barulho das máquinas de papel em atividade. Leitor dê a última olhada para o personagem que criamos para nos brindar com a nostalgia de um trajeto noturno agora só real na lembrança. Coitado, ele ainda está atordoado pela mulher, pelo amor dela e pelas suas infindáveis carícias que o acompanharam na última maquininha da noite. Vamos desfazê-lo e voltar ao nosso tempo. Com todas as deformidades existenciais que temos em nossas consciências, somos intrusos aqui nesta magia deste passado. Voltemos então e adeus última maquininha da noite.

Altino Olympio

Leia outras matérias desta seção
 » Radio 96,5 fm quem se lembra?- atualização
 » O Pau de Sebo
 » Ah! aquele lugar encantado
 » Bairro da Fábrica catando lata
 » Baile na Ponte Seca
 » Caieiras de quando ainda era Cresciuma
 » O rio e a infância da minha vida
 » A Barbearia do Zinho e do Osmar
 » Regressão ao paraíso perdido
 » Radio 96.5 fm
 » Fala Vardinho- O Pedregulho x Charco Fundo
 » Os vendavais de outrora
 » Adeus dia de Finados
 » Existiu um paraíso II
 » Existiu um paraíso III
 » Existiu um paraíso I
 » O cinema pegou fogo
 » Animais no baile
 » Ele foi uma presença marcante
 » Ficou na saudade
 » Tristeza no Paraíso
 » O amendoinzeiro
 » CRM a Verdade sobre o segundão do extra
 » Gritos de desespero   
 » Elpidio Pereira da Silva
 » Como era o nosso mundo
 » Tudo passou e tudo sempre passa
 » Clube da Terceira Idade de Caieiras
 » As locomotivas
 » Dia dos mortos alegre para os vivos
 » O veado do Monjolinho
 » 100 anos da Igreja do Rosário
 » Festas na Igreja de Nossa Senhora do Rosário
 » A Vila Leão história agora
 » Os bailes de outrora
 » Tentações religiosas
 » Anito do CRM
 » Fumaça da saudade
 » Homenagem a Fausto Menuchi
 » Minha infância no salão de festas do Brasil F.C.
 » A rua da pensão
 » M.A.B.R.A. o antigo cine-clube Mabra de Perus
 » Sergio Valbuza o Maestro e a cultura em Caieiras
 » troca de emails entre melhoramentinos
 » Tempos antiquados
 » A ponte do encantamento
 » Pedro Delarissa
 » A cadeira do Ditão
 » O lado sombrio da Melhoramentos
 » Os Pardais
 » A Sucuri vomitadora
 » O Segundão do Extra
 » Marreco
 » Um pouco da velha guarda
 » Stoffflauflaff
 » Vivaldi
 » Conversas com caieirenses
 » Zé Marcondes, pessoa especial.Acabou ? Não, está começando...
 » Um Circo em Caieiras
 » A Represa
 » Adeus Vivaldi
 » Grupo Escolar Alfredo Weiszflog
 » A piscina dos alemães
 » Festas na Igreja de Nossa Senhora do Rosário Versão II
 » Translado mental ao passado ou a Maquininha
 » Parque de diversões em Caieiras
 » A Loja da Fonsina
 » O caminhão pau de arara
 » A maquininha das nossas vidas
 » A serrinha da saudade e do medo
 » O sorveteiro da Vila Leão
 » Jovens Tardes de Domingo
 » Natal numa casa da Rua Guadalajara
 » Casa da bomba
 » Maquinaia
 » Os "craques" do CRM
 » Nilson da C. e a Perus Pirapora
 » O Fred safena surrupiava peixe do Satrapa.....
 » Brincadeiras na rua 4
 » Igreja do Rosario foi tombada
 » O espia fogo
 » O gago isolado
 » Antigamente tudo era tão diferente
 » O desabafo da Fatinha
 » Os secos e molhados de Caieiras
 » Missa na Igreja N.Sra.do Rosario
 » O Armazém da Fábrica
 » Vem comigo
 » Radio 96,5 fm Antiga Caieiras de nossa gente
 » Cleonice Canella - Bairro da Curva
 » As festas de Santo Antonio
 » Nilda Josephina Pastro
 » O Banheiro da Estação
 » Carne peluda
 » Email da Zenaide A. Angerami
 » Família Vinci
 » Outra história de veado
 » Os veados da Cia Melhoramentos
 » Banho de bacia na Vila Leão
 » Família Baboim
 » Almoço de domingo na Vila Leão
 » Querem salsichada e chopada
 » A salsichada sai ou não sai ?
 » Semana Santa na Vila Leão
 » Estadinho do PIF
 » Outra ausência - Mauri Rodrigues
 » Horto Florestal
 » Toninho Mantovani aparece!
 » Gilberto Lisa (Andú) dá notícias
 » Dona Gioconda Lisa, 93 anos
 » A Rua do Escritório
 » O Pé de Ferro foi embora
 » Um carnaval no salão nobre
 » Vicente e Gioconda Lisa
 » A “República” de Caieiras - 4ª parte
 » D. Lydia Meneghini protesta
 » O vendedor de sandálias havaianas
 » A “República” de Caieiras - 3ª parte
 » A “República” de Caieiras – 2ª parte
 » A “República” de Caieiras - 1ª parte
 » Noite alta e céu risonho
 » A velha Vila Nova – 5ª parte.
 » A velha Vila Nova – 4ª parte
 » Santo Dio, como dizia a nona!
 » A velha Vila Nova - 3ª parte
 » A velha Vila Nova – 2ª parte
 » A velha Vila Nova - 1ª parte
 » Velório dos encontros
 » Espetáculo da vergonha
 » O saudosista
 » As mulheres da plantação
 » Vá catar goiaba
 » Utopia
 » Os mistérios da Volta Fria
 » E.T. na Vila Leão
 » Passeio até a Vila Leão-3a. parte
 » Passeio até a Vila Leão-2a.parte
 » Passeio até a Vila Leão-1a. parte
 » O G.E. Alfredo Weisflog e o caixa
 » A segunda dança no salão nobre
 » Bairro da Curva
 » Vila Pansutti
 » A praça da fábrica
 » A vez do Bairro Chique
 » Melhoramentos virtual a nova fábrica de papel
 » Melhoramentos virtual a nova fábrica de papel
 » Melhoramentos virtual, a nova fábrica de papel
 » Melhoramentos virtual a nova fábrica de papel
 » Nene e a Vila Pereira
 » Histórias do Fred Assoni
 » Lembrando os velhos anos novos
 » No balanço das confusões
 » A cadeira com presentes
 » Mais confidências sôbre o segundão do Extra do CRM
 » Segundão do Extra do CRM
 » A cesta de natal
 » O campinho da vila leão
 » Obras de arte em telas de arame
 » A rua da bomba
 » Mirna Machado escreve ao "Tininho" (Altino)
 » A primeira dança no salão nobre
 » Estação de Caieiras em 1949
 » Também tenho histórias(Nilson Rodrigues)
 » O salão nobre da fábrica
 » Calouros em desfile, lá na fábrica
 » Os jardins da Vila Leao
 » Caieiras pagou pelo mico
 » Fotos só de homens?
 » O conserto da TV
 » O quartinho mal assombrado
 » Toninho de Pádua
 » Confissões melhoramentinas...
 » Dona Cida costureira
 » A família Moraes da Vila Nova, fábrica
 » A ponte romântica
 » Os equilibristas do bairro da fábrica
 » Cemitério de desconhecidos II
 » Cemitério de desconhecidos
 » Sõbre a crônica o apito da fábrica
 » O apito da fábrica
 » Cabelo cheiroso ?
 » Terra da promissão ?
 » A 1ª greve na Cia Melhoramentos II
 » A 1ª greve na Cia Melhoramentos
 » Paraiso perdido dos melhoramentinos
 » A caveira velada ou o malvado Zé Polato
 » A árvore que chora
 » Colchão de palha de milho
 » Amendoim e sorvete de groselha
 » Empilhando latas
 » Harue Sato
 » Bem vinda Fátima Chiati
 » Derrota previsível
 » Futebol ou amendoim?
 » Gente catando lata
 » Família Sato
 » O Jardim de Infância em 1963
 » Turma do cachecol
 » A dupla magistral
 » Ruina decifrada em Caieiras
 » CRM 50 anos
 » Contato feliz
 » Nadando no passado
 » Altino rasgando sêda
 » Professor Alcides
 » Zinho (José Olímpio)
 » O passado se desfazendo (Antonio Nani- Tiro de guerra)
 » Baile da saudade ou....
 » Eu também fui da Cruzadinha
 » Os Pastros da Vila Nova
 » Família Maderick
 » Na fábrica não tinha veado, só na mata
 » Noite de ouro em Jarinu
 » Procura-se
 » Inhá Dalina e Satonino
 » Zé Polato, mais um caieirense se foi...
 » Que Cidadezinha!
 » Jardim dos pedreiros
 » Ecos, apenas ecos
 » Quase entrou no céu
 » Cade você?
 » Pirapora
 » Chaminé da fábrica
 » Coqueiros das recordações
 » Rua dos Coqueiros
 » A cadeira do Ditão
 » Tempos Felizes
 » As dez regras do futebol de rua
 » O mundo era mais infantil
 » Brincando de médico
 » Pau de amarrá égua
 » Crianças obedientes
 » Viagem ao passado
 » Lembrando das procissões
 » Mulheres difíceis
 » O fim do baile
 » Enterro maluco!
 » O mundo parou...
 » Foram dádivas
 » Tudo terminou...
 » Claudio Cardoso escreve
 » Mais uma do Zé Polato
 » Neta do Totó (Antonio A. Vieira) lá do monjolinho
 » Rafael e Ricardo Masini
 » Malas artes
 » O tanque de concreto
 » Saudades, que mentira
 » Bairro da curva
 » Salão nobre
 » Então é assim?
 » Passando pela Rua Tito
 » Filme de uma saudade
 » O trem das oito
 » Dor alemã
 » Terra do esquecimento
 » Passado no Presente
 » Lembranças da "bocha"
 » A vida era uma bocha
 » Saudades do CRM e da Rosana
 » O antigo Cruzeiro da igreja
 » Piquenique e a saudade deles.
 » Passado não passado
 » Saudoso de Caieiras
 » Saudades... Que Mentira!
 » Dor que Mata em Vida
 » A Última Maquininha.
 » Caieiras dos Canibais
 » Dona Maria do Bento Cutia
 » Caieiras Antiga Morrendo
 » Outro Levou a Culpa
 » Passado Erótico
 » Tristezas
 » Proteção Incontestada
 » O Padre gostoso
 » Nem Chaga o Tempo Apaga
 » Pirapora Não Era Como É Agora
 » É o cúmulo, o filósofo queria ser bicha!
 » Festas na Igreja, bons tempos
 » Suruba espiritual
 » Saudades do bairro da fábrica
 » Escandalo no baile
 » Sensação no pau de arara
 » A Torre Solitária
 » Cemitério do mistério
 » Molecagens com o Marcos Muniz
 » Um raro retôrno
 » O menino na ponte
 » Au, au, miau, miau, miau.
 » Casamentos
 » A Ponte dos Desejos
 » Arquivo da memória
 » Homenagem A Uma Gaúcha
 » Primeiro de Maio
 » Parabens Nossa Senhora do Rosário!
 » O trem
 » Papai e Mamãe
 » Esperada Excursão
 » Excursão a Santos
 » Lembranças da “Curva”
 » Assim Surgiu “Caieiras”
 » E-mail de Mirna Machado
 » E-mail de Francisco J. V. freitas
 » E-mail de Francisco J. V. freitas
 » E-mail de Francisco J. V. freitas
 » E-mail de Mirna Machado
 » Salão dos Sonhos
 » Éramos Anjos
 » Um Dia de Pânico
 » Surpresa Sinistra
 » O Espetáculo
 » Uma Noite nas Alturas
 » O Paredão
 » Trilhos da Lembrança
 » Dez de Maio de 2002
 » Também sou Filho de Caieiras -Alceu Massaia
 » E-mail de Alceu Zerbinatti
 » Ilhas das Cobras - Parte 1
 » Ilha das Cobras - Parte 2
 » Ilha das Cobras - Parte 3
 » Peraltices
 » Fogo no Rabo
 » Mascarados
 » Que Aventura
 » O Menino da Serragem
 » O Céu, o Sol e o Lago... Que mais?
 » Apanhei Sim e Daí?
 » O Cucita Banana
 » Breve Retorno
 » Mundo Humano-animal
 » Gente Nossa
 » Rudi Satrapa
 » Esta homenagem fiz aos dois amigos aniversariantes José Polato e Altino Olimpio
 » Caieiras, Nosso Berço, Nossas Raízes
 » Caieiras, 46 anos de idade e outras décadas de história e recordações
 » Saudades da antiga Caieiras, mas feliz com o seu progresso
 » A arte de preservar a memória e a história
 » Imigrantes construíram a história
 » Serpa é localidade antiga da cidade
 » Paródia de músicas juninas
 » Homenagem ao seu aniversário
 » Padre Humberto ampara a comunidade
 » Fonte de fé na igreja Nossa Senhora
 » Igreja de Santo Antonio, 68 anos
 » Obreiros da vida eterna
 » Artistas da região pintam Caieiras
 » Nasce a primeira banda de Caieiras
 » Maestro iniciou a profissionalização
 » Destaques na carreira
 » Destaque para os regentes das bandas
 » Surge uma nova orquestra na cidade
 » Música acompanhava o progresso
 » Corporação Musical Melhoramentos
 » Tião viola
 » Caieirenses fazem sucesso na região
 » Curitiba presidiu o Clube da Fábrica
 » Basquete caieirense revela seu ícone
 » Atleta é colecionador de bicicletas
 » Símbolo do atletismo caieirense
 » Rudi Satrapa
 » Email enviado em 13/08/04 (Rudi Satrapa)
 » Não leia, é para os saudosos
 » Caieiras Vesgavisão apresenta
 » O Começo
 » O Dia em que enrosquei o saco
 » Estavam todas banhadas... ou todos fomos gatos...
 » Vivaldi Nani e o porre nos moleques
 » As bombas de xuxu
 » Cultura e zoologia
 » Ficou na saudade
 » Dicionário Caieirense
 » Caieiras nosso berço, nossas raízes
 » Caieiras nosso berço, nossas raízes II
 » Caieiras, quem te viu, quem te vê, te ama e sabe porque !!!
 » De Volta ao passado II - Os apelidos
 » Homenagem de Marlene Sálvio a Caieiras
 » Esta é para o dia de São José
 » O trem que passou na minha vida!
 » O empreendorismo de Assis Fernandes
 » Caieiras que eu conheci

 

Voltar