» Colunas » Economia

19/10/2015
Título de Capitalização fuja dessa roubada


Bolso vazio: jogos de azar são vendidos por gerentes de bancos como se fossem investimentos

Alexandre Versignassi, da Superinteressante
Maurício Horta, da Superinteressante

Tenho R$ 50 mil aqui para sortear. Todo mês. E de graça - não precisa comprar bilhete, rifa, nada. Na verdade, é melhor do que de graça: você ganha dinheiro para participar dos meus sorteios. E aí? Está dentro? "Lógico", qualquer um responderia. Não aceitar uma proposta dessas parece insanidade.

Justamente por isso, esse tipo de jogo existe na vida real. São os títulos de capitalização, aqueles que qualquer banco tem, e que 11 entre 10 gerentes tentam empurrar para os clientes de vez em sempre. À primeira vista, o título parece mesmo um negócio bacana. Você paga uma mensalidade pequena, R$ 20, por exemplo, e ganha o direito de participar de vários sorteios - um por semana, um por mês, um de R$ 10 mil, um de R$ 50 mil, eventualmente um especial de R$ 2 milhões; depende do banco. Aí, quando você não quiser mais participar da brincadeira, beleza: pega de volta o dinheiro todo que colocou ali. Corrigido.

Por esse ponto de vista, nem parece jogo. Parece investimento, e, ainda por cima, com emoção. Uma amizade financeira with benefits. A coisa é tão atraente que, só no ano passado, todos os títulos de capitalização do País captaram, juntos, R$ 21,8 bilhões. Uma cachoeira de dinheiro. Dá quase a captação líquida que a poupança teve no mesmo ano (ou seja, a quantidade que os brasileiros depositaram a mais do que retiraram das cadernetas, que foi de R$ 24 bilhões em 2014). Só tem um problema. Se você for pedir um conselho para um economista sobre títulos de capitalização, ele provavelmente vai começar a conversa com um verbo no imperativo: "Foge". Porque a coisa é uma roubada mesmo, pelo menos para quem pretende proteger o próprio dinheiro - e proteção é justamente o que as pessoas procuram num banco; quando elas querem outra coisa, vão para Las Vegas, ou para a lotérica.

A pegadinha dos títulos de capitalização é justamente a "capitalização". O dinheiro que você coloca ali vai render, na melhor das hipóteses, um pouco menos que a poupança, que já toma pau da inflação. Na pior das hipóteses, rende bem menos. É que alguns títulos corrigem o dinheiro aplicado só pela TR, a Taxa Referencial. No ano passado, ela foi de 0,8%. Neste, deve fechar o ano em pouco mais de 1,5%, contra quase 10% só de inflação. Ou seja: seu dinheiro evapora.

E até para tirar o dinheiro evaporado é difícil. Para entrar num título de capitalização, você firma um contrato longo - quatro anos, por exemplo, nos quais precisa pagar religiosamente a mensalidade para poder participar dos sorteios. Se você tiver que cortar essa despesa da sua vida e pegar o dinheiro de volta, vai pagar multas pesadas. Nos primeiros meses, ela pode chegar a 90% de tudo que você aplicou. Mesmo depois de dois anos, a multa ainda pode ser altíssima, na faixa dos 30%. O resgate total você só consegue, neste cenário de um título com contrato de quatro anos, justamente quatro anos depois de ter entrado na jogada. E o seu dinheiro virá com um rendimento pífio, bem abaixo da inflação, até porque acabam descontadas as despesas administrativas e o custeio das premiações - aquelas que você provavelmente não terá ganhado.

Sim, porque a chance de ganhar, na melhor das hipóteses, é de uma em 10 mil. É a mesma de ganhar na Mega-Sena marcando 15 números no bilhete. E igual a de você ser atingido por um raio uma vez na vida. Ou seja: se o seu gerente pedir para que você leve um título desses em troca da liberação de um empréstimo, procure outro banco. E, se você quiser diversão, melhor arriscar na loteria mesmo. Afinal, é mais caro imobilizar R$ 20 por mês durante quatro anos para concorrer a R$ 2 milhões do que gastar R$ 3,50 num dia para tentar R$ 100 milhões na Mega-Sena. O sonho, ao menos, é maior.

Se títulos de capitalização fazem o seu dinheiro evaporar, rolar dívida do cartão de crédito equivale a tocar fogo na sua grana, e depois jogar gasolina para ver se apaga o incêndio. Quando você não tem dinheiro para quitar a fatura e faz só aquele pagamento mínimo, entra no "cartão rotativo" - o nome popular para o ato de pagar dívida do cartão de crédito com o crédito do próprio cartão.

Em qualquer país do mundo, isso é a pior coisa que você pode fazer com o seu dinheiro, fora picá-lo para produzir confete. Mas no Brasil é pior: fazer confete com as notas pode ser uma alternativa mais atraente. É que os nossos juros do cartão são os maiores do mundo, de longe. Dá 378% ao ano. Isso em média, porque, dependendo do banco e do tipo de cartão, a brincadeira pode sair a 600%, 700% ao ano. É juro de fazer agiota corar. Na Colômbia, que não é nenhuma Suíça, a média do rotativo está em 62%. Na Argentina, que tem a nota mais baixa possível no ranking de bons pagadores da Standard & Poors e, portanto, tenderia a praticar juros altos em todos os ramos da economia, o rotativo não passa de 37%/ano. Nos EUA, 22%. Na Suíça, 15%.

Por aqui, levando em conta só a média, R$ 1.000 no rotativo viram R$ 4.780 em um ano. Em cinco anos, a dívida cresce para R$ 3 milhões. Em 14 anos, dá o PIB do Brasil. Mais encargos. É suicídio financeiro num país cujos estudantes ocupam a 58ª posição de 65 em matemática no Pisa, o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes. Tanto que 96% das pessoas não sabem quais são as taxas de juros cobradas quando optam por pagar o mínimo, segundo uma pesquisa da SPC.

Talvez por isso mesmo 61%, dos inadimplentes no Brasil, ainda de acordo com a Sociedade de Proteção ao Crédito, estão com o nome sujo porque deixaram de pagar a fatura do cartão. Falta de planejamento? Sem dúvida. Mas não dá para apontar só para a irresponsabilidade financeira dos inadimplentes. Quando você vai pagar seu cartão pela internet, o pagamento mínimo surge na tela com tanto destaque quanto o valor de fato da fatura. Para quem está pendurado, venden­­­do o carro para pagar a gasolina, isso induz ao endividamento. E pode garantir um passaporte para o Mundo Fantástico dos Maiores Juros da Terra.

Para escapar desse trem fantasma, o jeito é ir até o banco, pedir um empréstimo pessoal, e usar o dinheiro para pagar a fatura. Nisso os juros podem cair de 400%, 500% ao ano para algo menos nocivo. Alguns bancos já dão essa opção na própria fatura do cartão, até - se não puder pagar tudo nem quiser cometer o erro de entrar no rotativo, eles parcelam a dívida a juros menos escorchantes. Já é alguma coisa. Mas cuidado: se você pedir para o banco errado, pode sair mais caro ainda. Aqueles que oferecem crédito (extremamente) fácil, chegam a cobrar mais de 700% ao ano nos empréstimos.

Seja como for, entidades civis como a Associação Brasileira de Defesa ao Consumidor pedem é a extinção dos juros galácticos no rotativo. Querem que os bancos se atenham aos valores terráqueos que o resto do mundo já pratica para quem fica devendo no cartão. Bacana, mas falta combinar com os bancos, porque ninguém, em nenhum ramo da economia, gosta de mexer em time que está ganhando.

As vitórias ali, por sinal, são só de goleada, amigo da SUPER: no ano passado, nossos maiores bancos tiveram uma rentabilidade de 18,23% sobre o próprio patrimônio - nos EUA, que não são exatamente um país antipático aos bancos, eles rendem apenas 7,68%. Das quatro empresas de capital aberto mais lucrativas da América Latina, três são bancos brasileiros: Itaú-Unibanco (US$ 7,6 bilhões em 2014), Bradesco (US$ 5,6 bilhões) e Banco do Brasil (R$ 4,2 bilhões).

A explicação para esses números está no aumento acelerado da demanda por crédito, o famoso empréstimo de dinheiro. No início do século 21, só 28% dos brasileiros tinham conta bancária. Hoje, são 60%. Em 2003, o saldo de crédito oferecido pelos bancos era de 21,8% do PIB. Quando Lula passou a faixa presidencial para Dilma, em 2010, era de 44%. Hoje, de 54%. Bom, do mesmo jeito que uma siderúrgica vende aço e uma petroleira vende petróleo, banco vende crédito. Nossos bancos, então, estão vendendo mais. Natural. Só que eles vendem mais caro também, e não só no rotativo. Olha só. Os brasileiros gastam, em média, 9,5% dos seus salários pagando juros. Nem parece tanto. No Canadá, aquela maravilha da civilização ocidental, é quase a mesma coisa: eles gastam 7% da renda mensal só com juros. Então estamos até bem, certo?

Certo. Mas falta um detalhe aí. O endividamento médio das famílias no Brasil equivale a 46,3% da renda anual delas. Ou seja: uma família que ganha R$ 100 mil por ano tende a ter R$ 46 mil em dívidas. Nos Canadá, são 167%. Um canadense que faz o equivalente a R$ 100 mil por ano deve R$ 167 mil. Uma bica. E, mesmo assim, o canadense típico gasta só 7% com juros. Nós, quase 10%.

E não é só com crédito que banco ganha. Também tem as taxas. Se você coloca o seu dinheiro num fundo DI, por exemplo, o rendimento dele vai acompanhar a Selic (tirando IR e tudo o mais, dá um pouco menos que a taxa básica de juros, mas já ganha da poupança). Bom, os bancos têm cobrado taxas na faixa de 2% ao ano no DI. Isso significa que, se você colocar R$ 10.000 num DI desses, R$ 200 (2% do total) já vão direto para o bolso do banco.

Não faz sentido. Um fundo DI de banco investe em títulos públicos que pagam a Selic. Se você comprar esses títulos por conta própria, via Tesouro Direto, vai pagar 0,5% ao ano (0,3% que a Bovespa cobra mais algo em torno de 0,2% para a corretora). Mais um pouco de numeralha: essa diferença de 1,5% ao ano no rendimento faz diferença. Em 20 anos, o 1,5% a mais se transforma em 35% a mais, graças à magia dos juros compostos. É aí que o banco ganha forte no longo prazo, e você perde. Pois é: um fundo DI comum costuma ter patrimônio na casa dos R$ 250 milhões em dinheiro de clientes. 1,5% disso dá R$ 3,8 milhões ao ano. O banco fica com essa diferença basicamente para comprar títulos públicos por você, coisa que não dá muito trabalho. Tanto que poderia ser feita por você mesmo. Até porque é divertido investir por conta própria. Com a vantagem de que, nesse caso, você não gasta dinheiro. Ganha.


site da revista exame

Leia outras matérias desta seção
 » Quem prometeu cabide de emprego não vai cumprir
 » Pode faltar agua e energia elétrica em 2021
 » Selic a 2% o Banco Central errou feio.....
 » Debate no Instituto de economia da Unicamp
 » TCE: Iprem Caieiras, má administração,irregularidades e prejuízo
 » Tributar Livros e Jornais
 » Planos de Saúde estão proibidos de reajustar
 » Nova gasolina:perguntas e respostas
 » Reforma Tributária
 » Declaração I.Renda do MEI
 » Organizações Sociais o peso da corrupção
 » Licitação: erros primários ou propositais?
 » Coronavírus vai custar caro para Caieiras
 » Pequenas empresas: sobrevivência a pandemia
 » Guedes inventa um pássaro sem asas
 » Redução de jornada e salário e suspensão de contratos
 » Crédito para micro e pequenas empresas
 » Redução do salário e jornada de trabalho-STF
 » Coronavírus vai deixar uma herança amarga
 » Na crise use a criatividade
 » Coronavírus:respiradores, a improvisação nacional
 » Coronavírus: Dia da mentira ou dos políticos, como queiram
 » Economistas dão sugestões para amenizar a crise
 » Pandemia ou Pandemônio ?
 » Pandemia real ou fabricada?
 » PIB - Produto Interno Brocha
 » Prefeitos inteligentes: último ano é crucial
 » Aplicações em "Perda Fixa"
 » Gastos Públicos: aprenda como funciona
 » Martin Azpilcueta Navarro o Dr.Navarro
 » Carry Trade e Forward Premium Puzzle: Edson Navarro Jr.
 » IPVA 2020 - Quem não precisa pagar
 » Cheque especial a 8% ao mês - Vitória de Pirro
 » Se sair mais do que entra "nóis" quebra
 » ICMS - SP - ANISTIA
 » Anistia-Remissão Fiscal em Caieiras
 » Lei anti-corrupção completa 6 anos
 » Medidas Provisórias: andamento
 » MP da Liberdade econômica
 » eSocial adiado
 » Lição de casa para os pseudo ecologistas
 » A insaciável máquina do desperdício de dinheiro
 » Canudo plástico a bola da vez
 » CDI X CDB X LCA X LCI
 » Nada mudou! nem a velha política
 » Os Privilegiados da Previdência
 » Planos de Saúde antigos-Reajustes
 » Poupança: acordo é mais uma palhaçada?
 » Como comprar um carro sem impostos
 » Caieiras inchando....até quando?
 » Como penalizar ainda mais o contribuinte inadimplente
 » Haja fraude!
 » Investimento: qual o melhor ?
 » Burrice endêmica
 » Domésticas: 70% estão na informalidade
 » Superfaturamento ou o feijão folheado a ouro
 » Petrobras tapando o sol com peneira
 » Boletim Econômico do Corecon-SP
 » A reforma trabalhista está pegando
 » Lula sai candidato e ganha a eleição !Com versão para Economistas
 » Quantos os políticos mataram de fome hoje?
 » Cadastro positivo de crédito avança
 » È melhor o BNDES acabar ?
 » Abuso dos bancos
 » Reforma trabalhista:coletânea
 » Revisão do PIB - Junho de 2017
 » Compra de veículo com isenção de impostos
 » Ranking dos Municípios do Brasil
 » Planos de Saúde: quase 200 mil pessoas saem
 » Seguro com rastreador x Seguro popular
 » FGTS quem pode sacar
 » Conta bancária de graça
 » Uma praga chamada cartão de crédito
 » As sacolinhas plásticas o meio ambiente e a idosa
 » Direitos e não direitos do Consumidor
 » Títulos de capitalização:regras devem mudar
 » Partes e advogados são multados por mentiras
 » Plano Diretor do Município e sua importância
 » O que o otário mais valoriza em um investimento
 » Seguro popular de automóveis
 » Senado segura votação do Simples
 » Licença paternidade agora tem 20 dias
 » Se não fosse a propina.....
 » As relações promíscuas entre Dilma.....
 » O trágico final de 2015 e a tragédia anunciada de 2016
 » A proposta de Temer para consertar o caos econômico
 » Com nova lei o crédito ao consumidor fica mais difícil
 » Quando uma pessoa morre, quem paga suas dívidas no cartão?
 » Título de Capitalização fuja dessa roubada
 » Depois do PAC vem aí novos programas
 » Dólar x Real o ataque especulativo
 » Simples doméstico
 » Desabafo de um empresário
 » O trote do pacote
 » O pacotão de impostos da Dilma: Depois da queda, o coice
 » O leve Levy levado a Lula
 » O rombo de 200 bilhões de reais
 » Supersimples políticos não tem pressa
 » Dívida Interna a próxima explosão
 » Como identificar o sinal de alerta para a deterioração da economia
 » Impeachment e a economia
 » A Grécia já encheu o saco
 » Plano prevê corte de 30% na jornada e nos salários
 » Pegadinhas que enganam até bons investidores
 » O que acontece com quem não paga as contas
 » Repartição de bens na separação
 » Divórcio: investimentos financeiros entram na divisão de bens?
 » Filhos que arruínam a aposentadoria dos Pais
 » Quanto seu filho vai ter aos 21 anos se você investir R$ 500 por mês
 » Por que o Brasil cresce tão pouco em relação aos emergentes?
 » A era da impaciência
 » Petrobras o buraco é bem mais embaixo
 » Dolar alto pode ser a solução rápida.
 » Tesouro direto fica mais fácil
 » E os teus Mateus?
 » Estagflação chegando....
 » A podridão da maior lavanderia de dinheiro do mundo
 » Para que serve um economista?
 » Caixa preta? Não, Caixa Podre isso sim!
 » Você é inteligente ou esforçada(o)?
 » Ofensa sem sentido
 » Entenda porque parece que você compra menos hoje em dia
 » Pequenas Empresas tem mais benefícios
 » Onde investir R$ 1 milhão para viver de renda eternamente?
 » Genial!
 » Planos de saúde e os abusos
 » Copa deixa legado menor e mais caro do que o prometido
 » Alguém tem dúvida ?
 » Fundo Soberano Brasileiro.....
 » 60 milhões de vagabundos ?
 » O Capital do Século XXI
 » Retorno da Renda Fixa é maior que ações em 2000%
 » Somos educados para o analfabetismo econômico
 » As agências de avaliação de risco e os fundamentos da economia brasileira
 » Entrevista - Carlos Lessa
 » Mais uma caixa-preta do BNDES - e com fundos do FGTS
 » Lento, seguro e gradual
 » (Serão elucubrações de uma noite de verão, ou verdades assustadoras?)
 » Belluzzo: País está em camisa de 11 varas
 » Educação e produtividade
 » Aposentadoria - Dicas na hora da escolha
 » Estatísticas sem pés nem cabeça
 » Um fracasso em dez motivos
 » Ousadia para mudar a economia
 » Erros financeiros que os homens cometem
 » Só o bolsa família não resolve
 » Entrevista - Albert Fishlow, professor Emérito da Universidade de Columbia
 » As boas ideias não são só dos superdotados
 » O começo do fim da crise de 2008
 » Os sete pecados capitais do investidor
 » Uma questão de escolha
 » Gastos fixos do governo impedem redução relevante de impostos
 » Brasil gastou sua poupança na Disney
 » Aplicações sem I.Renda LCA, LCI & Cia.
 » O consumo é o motor da economia?‏
 » Brasil x EUA
 » Alta rotatividade dos jovens gera baixa produtividade
 » Decisões históricas
 » Qualquer renúncia terá corte de despesa ou outra tributação
 » Formação do Brasil
 » Fundos de Previdência: futuro em risco ?
 » Atraso na educação explica 100% da desigualdade de renda, diz economista
 » Desvalorização deixa a situação crítica
 » Selic sobe para 8% a.a.
 » Separar o lixo pode render descontos na conta de luz
 » A inflação brasileira: duas metáforas e um modelo
 » Inflação novamente preocupa as autoridades
 » Custo Brasil - sátira
 » O colapso do investimento no Brasil
 » I.Renda tem novidades este ano
 » A Europa vista por um economista Chinês
 » Falando Economês
 » O que um economista pensa ao ler uma matéria de Jornal
 » Caindo na Real
 » Imposto de Renda 2013 - Pessoa Física
 » Não esperem que o câmbio ‘derreta’, diz Mantega
 » Investimentos furados, pense duas vezes antes...
 » Balanço 2012
 » “Estamos presos numa armadilha de baixo crescimento”
 » O pior ano do século
 » Ainda sem respostas
 » Fundos imobiliários, são bons mesmo?
 » Impostos consomem até 93% de serviços e produtos
 » Revolução pela inércia?
 » Hora de reciclar a economia
 » Jogo em aberto
 » Brasil rico, Brasil pobre
 » A história do Brics acabou tomando um rumo infeliz
 » Drenagem de cérebros às avessas
 » País diferente
 » Números do PIB
 » Uma crise fora de padrão
 » A poupança nunca rendeu tanto
 » 10 empresas brasileiras que são mais ricas que muitos países
 » Mudanças com a redução de 0,5 ponto percentual na Selic
 » Investidor estrangeiro vê o Brasil com cautela
 » As 10 Armadilhas dos fundos de previdência privada
 » Delfim Neto, em 2012 o PIB não passa de 2%
 » Graça Foster e a Petrobras
 » Investimento direto estrangeiro
 » Recuperação sim, embalo não
 » Ficção ou realidade?
 » Redução de IPI é caminho sem volta ?
 » Radiografia dos salários do funcionalismo público
 » A Busca da Produtividade
 » Gastos do Governo Federal – primeiro semestre de 2012
 » Selic cai 0,5 ponto percentual, atinge 8% ao ano e continua no menor patamar da história
 » Piora a visão do investidor sobre o Brasil
 » Ações a longo prazo, não é um bom negócio.
 » Real só será sucesso com juro brasileiro igual ao internacional, diz Persio Arida
 » BC corta juro e taxa selic atinge o menor nível da história. O que muda a partir de agora?
 » Juros simples x Juros compostos é fácil de entender
 » O que muda na sua vida com a nova poupança
 » Que tal o dólar a R$ 3,50?
 » 8 brechas para pagar menos IR
 » Com sobra de emprego, mais brasileiros deixam a empresa para trocar de patrão
 » Doença brasileira
 » Parada técnica
 » O PIB emperrado
 » Comparação Interessante - PIB
 » O Arranjo da Economia
 » América Latina vai liderar recuperação se ritmo for mantido
 » O que esperar para 2012 no Brasil?
 » Riscos que o Brasil corre em 2012
 » Mais ricos têm renda 39 vezes maior que os mais pobres, diz Censo 2010
 » Planejando a Previdência
 » Previdência privada, um benefício complementar
 » Quem não morre novo, velho ficará
 » O famigerado fator previdenciário
 » Previdencia e Aposentadoria
 » O Grande teste ainda virá
 » Produtividade estagnada! É a índole do Brasileiro?
 » Essa doeu, mister Beting!
 » Realidade ou ficção ?
 » Brincando com Índices III
 » Planos de saúde antigos, analise a adaptação com cuidado
 » Venda de imóveis, pague menos i.renda
 » Planos de aposentadoria valem a pena?
 » R$ 5,37 bilhões sem dono?
 » A sacolinha plástica e o cocô de burro
 » Investimentos, veja quanto você perdeu
 » Brincando com índices II
 » Delfim Netto: A ajuda da economia mundial terminou
 » Socialismo, um incentivo a vagabundice?
 » Os Pigs e nós - Delfim Neto
 » Culto religioso, um bom negócio
 » 10 fatos da crise no Brasil
 » Câmbio: brincando com fogo
 » Imposto de Renda erros mais comuns
 » Ações que não recuperaram o valor
 » Benvindos ao glorioso fundo do poço
 » Brincando com índices
 » Sistema ERP o que são?
 » Crédito Pessoal, taxa ou abuso ? Confira.
 » Marolinha
 » Ações, cuidado
 » Voce pode estar sonegando impostos
 » Fundos de previdência, renda variável
 » IR e previdência privada: saiba mais sobre regimes de tributação e benefício fiscal
 » Tesouro direto, como investir.
 » Delfim Neto:Entrevista
 » Ganho de capital
 » Perdas com Fundos
 » Fundos de Investimentos - rent.
 » Surpresa para o consumidor: nem toda NFP vale para crédito.
 » A bolha brasil
 » Dupla face
 » Supersimples: Créditos podem ser aproveitados
 » Guia dos Impostos - Impostos sobre bens
 » CDI: entenda melhor sua importância no mercado de renda fixa
 » Entenda o que é e como a Selic afeta a economia brasileira e o seu bolso
 » Delfim Netto o Economista da “Idade Média”...
 » Agora são US$ 80 bilhões
 » Mário Henrique Simonsen
 » Para onde vão nossos impostos
 » As despesas das câmaras municipais
 » IPC, INPC, IPCA, IGPM, IGP-DI, IPA, INCC… inflação ou sopa de letrinhas?
 » Bookbuilding: entenda como funciona o procedimento de precificação de novas ofertas
 » Direitos do Trabalho e ao Trabalho
 » Mexer na dívida pública é mexer em vespeiro
 » Economia e Mercado Financeiro
 » Lei Geral das MPEs
 » Lei Geral é pouco conhecida
 » Nova proposta de tributação
 » Os Impostos de Lula
 » Ditadura Fiscal
 » Inédito: um Economista que não reclama da carga tributária brasileira
 » O poder do debate e o Restaurante Brasil
 » "Medo de Crescer", "Medo de Quem?"
 » Sonegação pode custar caro para o contribuinte
 » É Preciso Tirar as Máscaras
 » Só falta 58,77% para o Estado tomar tudo da nação!
 » Fazendo Contas
 » É preciso ouvir a nação
 » Governo investe apenas 1% do que poderia
 » Custos da Violência Urbana: 10% do PIB
 » Em busca da Utopia?
 » Pagando Caro
 » Carga Tributária
 » Tributos cobrados no Brasil.
 » Carga Tributária em relação ao PIB
 » Um fardo pesado para a agricultura brasileira
 » 2003 e as Esperanças de melhorias, que nunca morrem
 » Economês
 » Sonegação Fiscal Compensa?
 » José Mané vai ao banco...
 » Esperança ou Medo?



Voltar